segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Eu já sabia


Aquilo que nosso Diretor Presidente falou, sobre a Hora do Mural, é verdade. Aqui em Recife todo dia abrimos o saite de Bom Conselho e o discutimos. Eu estava viajando a trabalho nos últimos dias e acumulei matéria. Duas me chamaram atenção. Não sei se começo pela ruim ou pela boa. Bem, vamos terminar bem.
Nunca mais havia falado do Andarilho. Mas ele não me tira da cabeça. Traduzi um simples texto do John Black, jovem educado, fino, inteligente e lá estou eu na boca do andante sem causa, a não ser a sua, de se tornar um imortal. Defendi antes que ele pudesse participar na Academia Virtual, quase estou mudando de idéia. No início seus artigos tinham conteúdo, hoje parece que o fôlego acabou, ou só existe para elogiar todas as pessoas que entram no mural, como se tivesse medo de discordâncias ou críticas. Será que o artigo sobre os espiões é um texto humorístico? Porque se é, atingiu seu objetivo, ri muito ao ler. Só faltou o nosso andante dizer que o John Black é um ignorante por que não sabe escrever em português. Só estou aqui respondendo a este senhor, pelo John. Ele não merece. Passei o texto para o inglês e mandei para ele. Outra vez, ele riu a beça. Ele e todos os espiões da realeza inglesa, o 007, 008, 171, 172, até onde nosso andante saiba contar. Ele mesmo lhe dará a resposta devida se achar que vale a pena. Me poupe.

Corramos para a notícia boa. O Di é um imortal. Isto justifica o título deste escrito e também meu prazer de ler todos os seus artigos tanto na Gazeta, no saite, e, (seria sonhar demais?) no nosso Blog, no futuro. Não é necessário repetir tudo que todos já disseram no Mural sobre a pessoa de Di. Ele poderia se tornar uma unanimidade. Já escreveram e eu concordo, isto pode se se tranformar em burrice. No entanto, como posso fugir dela? Lembrei, o Di não tecla mais no computador com a rapidez que fazia nas máquinas de datilografia. Ufa. Consegui uma falha dele e ao mesmo tempo me penitencio de haver dito, alguns escritos abaixo, que este seria um sério ponto para ele atingir a imortalidade. Pelo amor amor de Deus não me desminta quanto a velocidade de teclar.
Pareço muito íntima do Edjasme Tavares mas não sou. Tenho certeza nunca falei com ele. Só o vi, no cartório quando passava vindo da Escola Pratt. Chamá-lo de Di vem de alguns e-mail trocados e, principalmente, daquela relação professor aluno que marca um pouco as pessoas, que tiveram a sorte de estudar, pois o considero meu mestre de datilografia. Portanto, Di, me perdoe.
Parabéns, pela imortalidade. Pela sua crença, que também é a minha, e pela sua fé, isto não tem muita importância, você já sabia, independente de murais, academias virtuais ou não. Para qualquer tipo de coisa você é imortal. Eu já sabia.

Lucinha Peixoto - ( lucinhapeixoto@citltda.com )
Coordenadora Administrativa

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