segunda-feira, 23 de março de 2009

O Músico - Complemento

Abaixo estão alguns comentários ao nosso escrito: O Músico, e algumas respostas do autor.

Diretor Presidente

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[Ana Luna]



Muito bonita a forma exposta do meu artigo , agradeço mais uma vez.

Gostei do Músico , muito bem colocado, adoro a rua da cadeia, já leu meu artigo "Rua José do Amaral"? Frequentei e ouvi muito o som da casa citada....saudades!

Ah!....mas onde estah o busto? Vamos procurar?



bjussssssssssLa Luna

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Ana Luna,



Temos é que agradecer a você pela oportunidade de publicar seus textos. Já li seus artigos sobre a Rua José do Amaral. O Jameson nasceu por lá. Eu realmente não sei onde foi parar o busto. Durante este tempo muita coisa se perdeu em Bom Conselho. Mas, vamos procurar o busto e as outras coisas, que poderia se chamar Busto, com maiúscula. De vez em quando escreveremos sobre outros Bustos.



Saudações

Diretor Presidente

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Sr. Diretor



Busto um caminho para encontrar muitas coisas perdidas em BC.

Gostei da idéia...

bjussssss Ana Luna



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[Gildo Póvoas]



Senhor Diretor Presidente:



Muito me sensibilizou a sua crônica sobre a escola de música, pois eu também a frequentei. Como ouvinte a princípio, depois aprendendo a rabiscar as notas, nesta época auxiliado pelas aulas da professora Iracema Braga-Canto Orfeônico- se não me falha a memória. Recordar Bom Conselho é sempre prazeroso, mesmo que saibamos que aquela Bom Conselho, só existe na nossa memória, por isso sempre louvo quando alguém resolve abrir a sua memória e compartilha-la conosco.

Não fui bem sucedido na minha empreitada com a música, naquela época. Enfim o tempo foi passando e as nossas células vão aos poucos se revelando sobre o que querem ser e os nossos dons vão se revelando, enfim descobri que a minha vocação na época não era para tocar qualquer instrumento mas para ouvir os instrumentos.

E eu estava certo, naquela época, senão, seria hoje um soprador de instrumento. E veja a ironia do destino: Hoje estou numa aula de música. Estou aprendendo a "bater" no teclado. Ai chega-se a uma conclusão : Uma vez começado algo nunca deve se deixar pela metade. Conclua-o

Abraços fraternos



Gildo

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Caro Gildo,



Não me lembro de você lá na sede da música, talvez, talvez pela idade. Lembro do seu irmão, Zé Póvoas. Dona Iracema foi minha professora no Ginásio, bons tempos. Mas, se mesmo com ela e Zé de Puluca querendo me ensinar eu não aprendi música, já tenho sinal dos deuses suficiente para não mais tentar. Sou só um ouvidor, mas admiro muito quem faz mais do que isto. Parabéns pelo teclado. Com sua capacidade demonstrada em outras áreas, Frank Aguiar que se cuide.

Aqui na CIT quase todos (dos que escrevem em nosso Blog) são de Bom Conselho. Sempre que podemos relembramos o passado, falamos um pouco do presente, e do futuro, mesmo pertencendo a Deus, Ele mesmo nos deu a capacidade de influir, e o fazemos, ou tentamos fazer para o bem. Dentro do nosso estilo, vamos tirando Bom Conselho do armário, no bom sentido, é claro, e o mostrando a nós mesmos e aos outros.

Obrigado pelo comentário, que nos incentiva, e, estamos a sua disposição.



Saudações Fraternais

Diretor Presidente



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[Felipe Alapenha]



Excelente o artigo do nosso Diretor Presidente, seguindo bem a tônica da CIT.

Apesar de não ter vivido nessa época, é como se eu estivesse lá! Confesso que fiquei decepcionado por não ter continuado a discussão sobre as praças, pois já estava começando a viajar pelas ruas daquela Papacaça, quando subitamente interrompeu-se a história para contar uma tão interessante quanto a outra. Mas mesmo assim fica a sugestão de escrever uma continuação dessa história das nossas praças. Muitas delas tem muito o que contar, e eu tenho certeza absoluta que você, Diretor, sabe fazer isso como ninguém! Uma dose de saudosismo sempre é bom, para nós jovens também valorizarmos o que a gente vai guardar para o nosso futuro, e também contar na forma de um passado bom para as gerações que vêm por ai. um



grande abraço



Felipe Alapenha

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Caro Felipe,

Obrigado pelo comentário cortês e animador. Que bom que a juventude goste das nossas lembranças. Quanto às praças, se formos escrever sobre o que vivenciamos nelas, passaremos todo o tempo fazendo isto. Agora, parece que Jameson Pinheiro está preparando alguma coisa do tipo. Aguarde.

Chega dar vontade de escrever. Quando eu tinha menos um pouco do que a sua idade, a política em Bom Conselho, envolvia a todos, até de forma bastante inusitada. Você sabia, que eu nem votava mas não faltava a um comício? Eu e mais alguns colegas, que como você, se interessavam pelas coisas da terra. Sem televisão, nem Internet e sem rádio, para nós, ir aos comícios, além da diversão (algumas jovens iam também), para nós, era ficar ouvindo os candidatos, prestando atenção aos erros de português que eles cometiam. Depois de cada comício discutíamos aqueles discursos dos mais letrados e perguntávamos o que os outros estavam fazendo alí. Hoje, este elitismo "letrista" não existe mais, e talvez, com razão. Mas, naquela época!

Lembro de um panfleto em que um canditado discutia se o plural certo para cidadão, era cidadãos ou cidadões. Fomos procurar o Dr. Cirilo (seus pais devem ter conhecido). Nesta época de Reforma Ortográfica, o nosso revisor José Andando diria: O importante é o que os cidadãos fazem e não como se escreve os seus plurais. Mas, não o leve em conta, é um radical da linguística.

Vamos contando aos poucos...



Saudações

Diretor Presidente

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Sobre o artigo do Jameson, já estou aqui na expectativa para ler...

Mas o nobre Diretor lembrou um assunto que me interessa muito, e não precisa nem dizer o porque, que é a política! Se não bastasse o proprio ambiente da minha casa, que trasnpira política, a gente tem que reconhecer que a política em Bom Conselho, e em qualquer interior, é mais que um processo de escolha, é uma manisfestação popular! kkkkkkkkkkkkkk

Dando um poquinho de substrato a essa nossa conversa eu consigo me lembrar de um sem número de histórias vividas sobre política. Ela entrou na minha vida mais diretamente por ocasião da candidatura de minha mãe para vereadora, em 2000 (ainda lembro do número... 23.611). Quem conhece hoje o quanto eu gosto de política nem imagina que no começo não era assim! kkkk Eu era mais jovem ainda, uns 12 anos de idade eu devia ter, e política pra mim era uma obrigação chata de acompanhar meus pais no comicio pra não ficar sozinho em casa, além de ter uma noite de sono bem desconfortável, no banco do carro, enquanto não acabava os discursos. Mas aquilo mudou naquele ano mesmo! Percebi, mesmo bem jovem, a importância da política e começava a ver uma esperança de mudança pra nossa cidade naquela candidatura, a política como a arma mais poderosa de mudança da vida das pessoas (para os bem intencionados, mudança de vida do povo, e para os maus intencionados, mudança de vida dos políticos). No dia da eleição, eu estava na casa da minha avó, anotando os resultados, ouvindo escondido pela rádio... Tão logo foi anunciada a vitória, tanto de Dr. Daniel como a eleição dela pra vereadora, a campainha já estava tocando. Era meu irmão e alguns amigos: "Corre rapaz, a gente ganhou! A festa tá grande lá embaixo, vamos embora!". Eita que alegria!!! Confesso que nesse dia eu estava torcendo mais pra que o prefeito ganhasse do que minha própria mãe, porque representava uma mudança maior, um pensamento de quem ama Bom Conselho e queria ver as coisas mudando... pena que não aconteceu daquela vez...

Se for pra falar de política, pode ter certeza que essa conversa será mais longa que as suas histórias sobre as praças! kkkkkkkk E olhe que eu nem falei dos bastidores dessa campanha, além das histórias de 2004 e 2008, essa ultima com um gostinho especial. Quando fui convidado pelo Diretor a escrever para o blog, eu falei que quando buscasse uma boa história até faria isso. Pensei em escrever sobre o 5 de outubro de 2008, numa visão de quem viveu intensamente aquele dia, sob o olhar de alguém da família da candidata, um dia inesquecível pra mim. Até comecei a escrever, ainda há algo salvo aqui no computador, mas depois recuei na idéia, por não conhecer as bandeiras políticas que frequentam o Blog da CIT, e assim parei, temendo uma repercussão negativa para o blog. Mas depois faço questão de terminar essa, ao menos pra que o senhor leia, se assim interessar...



um forte abraço



Felipe Alapenha

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Caro Felipe,



Você me dá uma oportunidade de esclarecimento. O Blog da CIT não pensa, é um descerebrado. Quem pensa são os que escrevem nele, que são responsáveis pelos seus pensamentos palavras e obras. Mas o Blog pode ter influência política como qualquer órgão de comunicação, sabemos e estamos cientes disto. Aí o meu pode ir prá seringa, está pronto. Por isso que raras vezes não publico alguns textos, mas eles não são separados aqui por política, religião, sexo, futebol ou qualquer outro critério, e sim pela minha consciência (e a de alguns a quem ouço). Ao longo da minha vida ela foi se abrindo, se abrindo, e abriu tanto que agora, posso dizer que o Blog publicaria um artigo com o título: Viva Hitler, se o autor me autorizar a publicar um em seguida, com o título: Morra Hitler. Vão os dois, e que julguem os leitores. O mesmo se aplica aos títulos: D. José está Certo e D. José está Errado. No entanto, não publicaremos um com o título: Atirei o Pau no Gato, se minha consciência julgar que levará os animais a serem maltratados.

Portanto pode enviar seus artigos sobre política desde que permita opiniões distintas, e se responsabilize pelas suas idéias. Será um grande prazer publicá-las. Isto, como lhe disse, se aplica a todos.

Aqui na CIT as bandeiras políticas são de tantas cores, que se você disser que é um arco íris não está longe da verdade, sem insinuações preconceituosas, por favor.

O lema maior que usamos certas horas, quando as dúvidas e discordâncias imperam, é aquele dito de Voltaire: "Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres".



Saudações

Diretor Presidente

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