quarta-feira, 15 de abril de 2009

MURAL DO BLOG - Página 1

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Este é o nosso Mural. Aqui serão publicados textos curtos e menos elaborados do que nas postagens principais. Isto não implica que eles não sejam importantes, apenas que tem outros objetivos no seu caráter informacional. Serão recados rápidos, réplicas ligeiras e até mesmo desabafos. Com a continuação estes objetivos irão cada vez ficando mais claros.

Para participar enviem-nos e-mails para: muraldoblog@citltda.com , com seus nomes completos. Serão aceitos pseudônimos, desde que antes nos mande mensagem declarando sua verdadeira identidade, que prometemos manter no anonimato.

Nosso conselho editorial escolherá aqueles que serão publicados, o que será feito o mais rápido possível.

O critério fundamental para publicação é o respeito à moral e aos bons costumes. O que vem a ser isso só o tempo dirá já que seremos os julgadores. As normas se adaptarão e serão melhoradas com casos concretos. Temos que começar de alguma forma. Ajudem-nos a melhorar nosso Mural, participando.


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Caro José Taveira Belo,

Na ausência de Lucinha estou só, tomando conta do Mural. Fiquei tão satisfeita com a sua resposta que vou responder a resposta. Sempre tive vontade de escrever mas, nunca tive tempo aqui na CIT. Sou só uma secretária e agora uma faz quase tudo. É muito difícil alguém reconhecer o erro e mais difícil ainda dizer que procurará não errar mais. O senhor fez as duas coisas. Só mostra que o senhor é do bem. Não entendo muito de religião, por isso nem me meto nestas coisas da Lucinha. Ela é mais culta, mais religiosa e tem mais idade do que eu. (Ih! Espero que ela não tenha internet onde esteja, senão volta pra me espinafrar). Gosto de escrever. Não sou muito correta no português mas, seu Zé Andando deu um curso aqui e eu fiz. Ele fez também um Manual de Redação, alguns seguem outros não, eu tento seguir. Isto me levou a pesquisar “bispal” no dicionário, mera curiosidade e fiquei pensando será que digo será que não digo e disse. Graças a Deus o senhor é uma pessoa do bem. Quando o Lula usou “sifu”, não encontrei, alguém aqui me disse que era palavrão, mas não acredito não ele é o presidente e não pode fazer isto. Terminando digo que o senhor agora tem uma nova leitora e algumas ruas do Recife que o senhor descreve já estive lá. Um abraço.

Eliúde Villela – cit@ltda.com
13.09.2009

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Carissima Eliúde Vilela

Paz e Bem!

Agradeço a sua informação sobre a palavra "Bispal". Não tenho nada que desculpar e, sim agradecer a voce pelo esclarecimento.
Fui ao Dicionario e realmente a palavra existe, bem como outras palavras que estão relacionadas ao "Bispo", porém de pouco uso. Mais uma vez agradeço e, em outra ocasião em "afirmar" ou "negar" se uma palavra "existe" ou "não" vou consultar o Diocionario.

Fraternalmente,

José Antonio Taveira Belo / Zetinho – taveirabelo@hotmail.com
Olinda, 12 de junho de 2009.
12.06.2009

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Caro José Taveira Belo

Recebi seu artigo, dirigido a Lucinha Peixoto, para ser publicado no nosso Mural. Tive que o ler para fazer isto e o estamos publicando. Infelizmente, a Lucinha está de férias e talvez não posso responder-lhe de pronto. Não sei a disponibilidade de internet onde ela está.
Não posso entrar na parte religiosa mas, quanto a palavra “bispal”, me desculpe, ela existe. No dicionário Houaiss quer dizer: Relativo ao bispo, episcopal. E no Aurélio quer dizer sómente Episcopal. Talvez não se aplique à visita do bispo, mas ai já é assunto para Lucinha.

Eliúde Villela – cit@citltda.com
11.06.2009
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Caríssima Lucinha Peixoto.

Paz e Bem!

Mais uma vez e, outras vezes vou ter o prazer de ler o que você sabiamente escreve com a sinceridade que lhe é peculiar na mais absoluta certeza do que quer.
Já disse anteriormente, que religiosidade não se discute, ou se, se discute em forma de dialogo respeitando o direito de o outro no pensar e na sua forma de agir, ou não se fala, pois nunca chegaremos ao um “denominador comum”,
Aceito sem discutir a sua posição religiosa que lhe vem da consciência e, somente você pode discernir o que é “certo” e o que é “errado”.
Quando Saulo falou da visita do Bispo Dom Fernando Guimarães, da Diocese de Garanhuns, ele quis se referir a uma “visita pastoral” e não “bispal”, pois esta palavra não existe.
A “visita pastoral” é realizada pelo Bispo as suas Paróquias anualmente, onde permanece por alguns dias visitando toda a comunidade, bem como, vistoriando os livros “Tombo”, do “Batismo”, de “Matrimônio” da “Crisma” e se estendendo pelos livros financeiros, isto é verificando se a Paróquia se encontra realmente correta no seu caminhar.
Depois da promulgação do Concilio Vaticano II, pelo Papa Paulo VI , em 08 de dezembro de 1965, muitas coisas foram flexibilizadas para melhorar a evangelização e o pastoreio na Igreja, como é bem sabido por todos que estão o par destas orientações.
No entanto, quando assunto é o “aborto”, o “celibato”, o “divorcio”, o “método contraceptivos” a “eutanásia” a “pena de morte” e outros a Igreja Católica Apostólica Romana é inflexível, pois este assunto vem de encontro a “Lei de Deus”, os “Dez Mandamentos” e que a Igreja segue ao “pé da letra”
Quanto à descrição do Ato de Contrição, no seu comentário, é muito bonito e muito apropriado que eu não sabia, mas, o copiei para guardar comigo.
Esta oração era rezada de várias formas, nesta época, mas todas tinham uma mesma finalidade.
Vejamos o Ato de Contrição que se encontra no ADOREMUS – Manual de Orações e Exercício Piedoso – por Dom Frei Eduardo, ofm – XXVII edição – 1955 – Editado pela Editora Mensageiros da Fé – Salvador – Bahia,

Para crianças –
“Meu Deus tenho muita pena de ter pecado, pois mereci ser castigado e ofendi a Vós, meu Pai e meu Salvador. Perdoai-me, Senhor. Não quero mais pecar”.

Para adultos:

“Meu Jesus crucificado por minha culpa, estou muito arrependido de feito pecado, pois ofendi a Vós que sois tão bom, e mereci ser castigado neste mundo e no outro. Mas perdoai-me, Senhor. Não quero mais pecar. Amém”.

Atualmente rezamos desta forma:

“Meu Deus, porque sois infinitamente bom e vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido e, com auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas, pela vossa infinita misericórdia. Amém”.

Quanto ao “Eu Pecador” você lembrou muito bem o seu inicio, que nesta época, antes de 1965, era rezado desta forma:

“Eu pecador me confesso a Deus Todo-poderoso, à bem-aventurada sempre Virgem Maria, ao bem-aventurado São Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado São João Batista, aos santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, a todos os santos e a vós Padre, que pequei muitas vezes por pensamentos, palavras e obras, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa.
Portanto peço e rogo à bem-aventurada sempre Virgem Maria, ao bem-aventurado São Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado São João Batista, aos Santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, a todos os santos, e a vós, Padre, que rogueis a Deus, Nosso Senhor, por mim. “Amém.”

Atualmente, estamos rezando desta forma, com a denominação de “Ato Penitencial” em nossa liturgia e no nosso TERÇO DOS HOMENS, que em Bom Conselho tem uma grande representação deste nosso Movimento nas quintas feira na Matriz da Sagrada Família, onde se recita o Terço em homenagem a Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt e diz

“Confesso a Deus todo-poderoso e a vós irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus Nosso Senhor. Amém”.

Pois é minha caríssima Lucinha Peixoto, agradeço você me relembrar o tempo de coroinha na Matriz de Bom Conselho onde piedosamente rezávamos estas orações muitas das vezes junto com o inesquecível Padre Alfredo Pinto Damaso.

Muito obrigado.

José Antonio Taveira Belo / Zetinho – taveirabelo@hotmail.com
Olinda, 11 de junho de 2009 –
Dia Corpus Christi (Mc 14,12-16.22-26)
11.06.2009

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Caro Alexandre Tenório,

Compreendemos totalmente sua posição em seu artigo: Ponto Final, e repetimos, os seus artigos e comentários serão sempre bem-vindos ao nosso Blog.

Diretor Presidente – diretorpresidente@citltda.com
10.06.2009
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Amigos (as),

Falar do amor é falar de vida. Falar da vinda e da ida. Dessas idas e vindas tão bem-vindas. - A crônica do Gildo, sobre o AMOR, na semana passada, é uma exortação à vida. É UM POEMA. Nos mistérios do amor, muitas vezes surgem incompreensões. Isso é humano. Mas, em que pesem incompreensões surgidas, AINDA EXISTE MUITO AMOR SOBRE A TERRA.
Esse Mural, precisa de outros Gildos, que falem do AMOR em todas as suas formas. Do amor que quer sempre mais um pouquinho. Do amor aconchego. Do amor brotado dos corações. Do amor carnal, que nos faz um bem danado. Desse amor carnal de homem com mulher. Do amor na cama ou na mesa da cozinha. Amor que não deve respeitar certas convenções feitas pelos (as) mal-amados (as). O amor sentimento que, por vezes, pode ser espinhoso. Mas que compensa tanto, tanto!
Aqui, lembrei-me do João Nelson, que se inspirou num meio poema que fiz, outro dia, sobre o amor de duas pessoa de sexo oposto, claro. O João Nelson foi fundo nas citações a respeito dos vários amores. Mas ele começou falando do "amor excitado do Zé Fernandes". Salvo engano. E eu vivo salvoenganando-me.
Falemos do AMOR em todos os sentidos. Todas as manifestações amorosas que devem brotar das /nas nossas almas, dos / nos nossos corações. O AMOR EM SUA PLENITUDE! - PARABÉNS, GILDO! VOCÊ, QUE SEMPRE NOS MANDA ESSAS LIÇÕES, JÁ ESTÁ COM OUTRO TEXTO SOBRE O DIA DOS (DAS) NAMORADOS (AS), segundo me disse o Diretor Presidente. Ainda vou ler. Mas já gostei mesmo antes de ler. ESCREVA SEMPRE, SEMPRE! TRADUZA COM PALAVRAS SIMPLES, O QUE MUITOS NÃO podem ou não sabem traduzir com sentimentos. Se espalhamos tantos poluentes mundo afora, por que não derramarmos UM MUITO DE AMOR? É ISSO. - Abraço do amigo,

José Fernandes Costa./ - jfc1937@yahoo.com.br
10.06.2009

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Caro Alexandre Tenório,

Aguardamos ansiosamente seu artigo sobre Zé Bebinho. Foi uma das personalidades mais marcantes de nossa época e, ninguém mais competente do que você para contar sua história. Um abraço

Diretor Presidente
08.06.2009

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OBRIGADO, MEU CARO PRESIDENTE!

POR PUBLICAR, COMENTAR E RECOMENDAR!
HÁ QUEM NÃO GOSTE DOS MEUS "PITACOS", MAS, QUE FAZER? NEM JESUS AGRADOU A TODOS!
Abração,

José Fernandes Costa
06.06.2009

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Sr. José Andando de Costas:

Muito oportuno o seu artigo publicado recentemente no blog da Cit. Temos consciência da importância da preservação da nossa língua para o futuro. Aos poucos não só o o inglês que está tomando conta do nosso dia a dia. Mas, como o senhor bem citou: existe uma linguagem criada na comunicação via internet, que, quem não está acostumado a navegar, jamais vai entender alguma coisa, como exemplo: tb(também), td(todos), parece-me que estamos regredindo a fase dos hieróglifos. Mas paciência pois as tecnologias tem também os seus preços. Eu entendi perfeitamente a proposta do seu artigo. Como dizia Clarisse Lispector: "O essencial está nas entrelinhas". Temos que nos comunicar, não importa de que maneira, tem pessoas que possuem um dom nato para contar causos e histórias, mas as vezes o que lhes faltam é o dom correto da escrita, mas nem por isso devemos colocar estas pessoas à margem. Parabéns pelo artigo.
Abraços

Gildo Póvoas
06.06.2009

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Jameson Pinheiro,
Obrigada por ler e comentar meu artigo.
Ainda bem que nossa praça merecidamente tem o nome de Pedro II.
Há pessoas especiais , políticos formidáveis e Pedro foi um deles.
bjussss
Ana Luna
06.06.2009

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Muito bom os comentários sobre a Gazeta!
Obrigada pelo elogio a minha pessoa. Fico feliz , principalmente porque "minha beleza" vem da alma....... da alegria.... do povo nordestino! Li também e assinei a Gazeta.
Uma coisa chamou minha atenção, com todo respeito e carinho. Em um dos artigos é citada a cidade de Rainha Izabel. Pelo que me consta o nome de Rainha Izabel é uma homenagem a Rainha Santa da Hungria e não a Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II. A Rainha Santa é tia-avó da Santa Isabel de Portugal. Existe uma imagem linda da Rainha Santa da Hungria na igreja. Convido a todos para a conhecerem. Estivemos visitando o município e conversando com as pessoas e com o jovem e simpático Pároco de lá. Fiquei então na dúvida.
Alguém sabe ?? bjusssssssssssss

Ana Luna
05.06.2009

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Amiga Maria Caliel,

agradeço a correção ortografica, o que eu tenho a dizer é que meu universo é o universo das ciências medicas( sou veterinário ), portanto não faço parte do mundo das ciências sociais, esta sim tem obrigação de escrever correto, eu sou um cidadão curioso que me aventuro a escrever algumas coisas interessantes de nossa terra, portanto perdoado quando escrevo com alguns erros de ortografia, gostaria de lhe pedir que qualquer erro que por ventura você queira me corrigir, o faça diretamente ao meu i-mail (tenoriovieira@uol.com.br).
Alexandre Tenório
05.06.2009
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Caro Zetinho,

Que alegria. Você leu meu singelo comentário sobre nossa rezas e crenças comuns. Começando pelo final, você me pede orientação sobre este assunto. Quem sou eu para ensinar padre-nosso a vigário? Sou apenas alguém que nasci católica e continuo católica, porque minha família, como o seu pai, era também católica. Isto é, sou o chamado Católico pelo DNA. Mas, vou além do Católico do IBGE, expressão que vi pela primeira vez usada pelo nosso conterrâneo João Nelson. Cumpro com alegria a maioria dos ritos da Igreja. Participo o tanto que posso. O problema é que minha consciência vai além da consciência religiosa. Talvez, seja uma falha genética. Não consigo aceitar certas coisas dos nossos códigos e dirigentes, que se afastam muito de minha fé cristã. Por exemplo, se souber que o Padre que escreveu aquela carta, e você a publicou, está celebrando uma missa, vou para a próxima igreja. Quando Saulo outro dia anunciou uma visita bispal (será que isto existe mesmo, como papal?), sem deixar claro quem era o bispo, fiquei ansiosa e pedindo a Deus que não fosse o nosso arcebispo. Ainda bem que era do bispo de Garanhuns que não conheço, e Bom Conselho se salvou mais desta. Um exemplo antigo, deixei de me confessar com os padres, hoje só me confesso a Deus, comungo e pego na hóstia, o que era um sacrilégio em nossa mocidade. Lembro do caso que contavam em Bom Conselho que D. Lila, irmã de seu Lisímaco, foi excomungada porque guardou a hóstia dentro do seu missal. Pegar na hóstia hoje já é um avanço de nossa Igreja. Por que não avançarmos mais? Por que não repensarmos o aborto, o casamento dos padres, o divórcio, métodos contraceptivos e outros, que acompanham mais de perto outras formas de conhecimento, sem perdermos a fé? Agora o exemplo, prometido acima, sobre a razão de não me confessar mais com padres. Vi, parece que na internet, algum tempo atrás, um folheto que agora resgatei. Seu título é: Exame de Consciência para Antes da Confissão. É uma espécie de ajuda, daquelas que Frei Leão nos dava na hora da confissão, e entre elas, para fazer o exame de consciência estava o seguinte: Li escritos, livros e jornais contrários à religião? Ora, quem vive perto de Cleómenes mesmo não tendo lido algum coisa ouve o tempo todo coisas contrárias à religião. Pensei muito e só tive uma saída deixar de me confessar com padres e bispos e apelar diretamente a Deus, pois sei que, mesmo lendo livros contrários à religião, ele nem levará em conta porque nem pecado é. É apenas invenção de algum sacristão que escreve isto querendo mostrar serviço ao pároco.
Devido a isto, sinto muito caro amigo, esqueci o ato de contrição. Neste mesmo folheto tem um, que tenho certeza um dia aprendi e o transcrevo abaixo.


Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e homem/ verdadeiro, Criador e Redentor meu, por serdes Vós/ quem sois, sumamente bom e digno de ser amado/ sobre todas as coisas e porque Vos amo e estimo,/ pesa-me, Senhor, de todo o meu coração de Vos Ter/ ofendido e merecido o Inferno; e proponho/ firmemente, ajudado com os auxílios de Vossa/ Divina Graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar/ a ofender; e espero alcançar o perdão de minhas/ culpas por Vossa infinita misericórdia.
Amém.


O que eu me lembro bem é que existia uma oração que Dona Lourdes e meus pais chamavam de Eu Pecador. Eles sempre perguntavam já aprendeu o Eu Pecador? Ainda lembro que começava assim:
Eu Pecador, me confesso a Deus todo poderoso.....
Isto também era uma Ato de Contrição? Zetinho, Agradeço de coração a sua orientação sobre este assunto.Que Deus te abençoe!

Lucinha Peixoto
05.06.2009

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Amigos (as),

O comentário a seguir, é a resposta, a título de colaboração, que dei a uma amiga. E foi motivado por um minúsculo texto de onze linhas (que não foi escrito por ela), dirigido a várias pessoas. Nele, a palavra contato apareceu cinco vezes:

Prezada XY, e demais componentes da lista acima,

A idéia é muito boa. E vou passá-la à frente. Antes, deixo-lhes os meus agradecimentos.

Supondo que vocês todas (os) devem passar bom tempo dessa vida tendo de escrever, permito-me fazer um reparo no tocante à redação das poucas linhas dessa mensagem.

De modo geral, as pessoas têm escasso vocabulário. E, para complicar, ainda existem os modismos que infestam a nossa língua. Esse termo "contato" é uma praga que se alastrou Brasil afora. As pessoas fazem contatos, têm número pra contato, adicionam contatos, dão telefones pra contato etc. etc. Notem que no texto abaixo, em seis linhas, aparece a palavra contato / contatar cinco vezes! É muito.

Poderemos melhorar isso, assim: "...na hora de intervir com os doentes, não sabem a qual pessoa se dirigir..." - "...o Samu lança a idéia de que todas as pessoas acrescentem na sua agenda o número da pessoa a chamar (antecedido de AA) em caso de emergência." - "(as letras AA são para que apareça sempre esse nome em primeiro lugar, na sua longa lista."

Estão aí os cinco recados essenciais, ditos de outra forma. E a palavra contato / contatar não aparece nenhuma vez. Mas até poderia aparecer uma vez, a gosto de cada um.

De outra parte, presumimos que muitas e muitas pessoas escrevem sem pensar. E não podem, para isso, escudarem-se no pouco tempo de cada dia. NÃO! Quem escreve, há de pensar antes de escrever.

Digo isso porque esse texto começa assim: "As ambulâncias e emergências médicas perceberam que..." Ora, ambulâncias e emergências médicas NÃO percebem nada. Quem percebe são as pessoas que conduzem as ambulâncias. E quem atende nas emergências médico-hospitalares.

É isso. Se estou sendo chato, desculpem-me. Mas a minha intenção é colaborar.

Abraços, José Fernandes Costa
05.06.2009

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Prezado Alexandre Tenório,

Estou sempre acompanhando seus artigos e tomando conhecimento
desses fatos que você relata com muita propriedade. Morei quatro
anos em Bom Conselho e estudei no colégio das freiras.
Esses acontecimentos e personagens interessantes dos quais você fala
não foram mais da minha época. Por isso, gosto muito de ler seus
artigos e ficar a par desses episódios que você conta.
Sei que seu grau de instrução hoje, é SUPERIOR, como o meu. Lecionei
muitos anos Lingua Portuguesa, por isso, gostaria de lhe alertar sobre
um descuido seu ao redigir os artigos. Você se lembra na gramática,
aquela parte que se refere à COLOCAÇÃO DOS PRONOMES OBLÍQUOS?
Seria bom fazer uma revisão, porque você está trocando ME por MIM
Como, por exemplo, você escreve: MIM mandou (é ME mandou) / MIM deu
(é ME deu) / MIM fez lembrar(é ME fez lembrar / MIM encontro (é ME encontro)
Só se usa MIM, depois de uma preposição: para mim, de mim, por mim,
em mim, entre mim, a mim, etc.
Nós temos que zelar pela nossa Língua. Sei que você vai reconhecer que só
estou querendo colaborar.
Um abraço

Maria Caliel.
04.06.2009

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Amigo Jameson
o meu proximo artigo será sobre Zé bebinho, já estou colhendo fatos, quando vinher a terrinha não se esqueça de passar na minha loja e batermos um papo e depois a noite saborearmos o melhor chopp do mundo, segundo seu dono Ronaldo Tenório.

Alexandre Tenório
04.06.2009
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Sr.Diretor
Sempre louvável mantermos a memória dos nossos antepassados sejam eles familiares ou não. A memória da nossa história deveria estar registrada em algum lugar e parece-me que aos poucos alguns estão tendo esta consciência a exemplo do artigo do nosso amigo Alexandre Tenório e outros mais, que de vez em quando resolvem dividir as suas lembranças conosco. Que outros e mais outros resolvam também revolver o baú das recordações,pois sabemos que cada um tem sempre uma história para contar. Parabéns mais uma vez a todo o pessoal da Cit que nos dá a oportunidade de sermos lidos.
Abraços
Gildo Povoas
04.06.2009

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Fui à Academia Pedro de Lara e li o artigo de Zetinho, como sempre faço. Sobre o Catecismo de nossa Igreja. Lembrou-me meu tempo. Eu fiz Primeira Comunhão bem pertinho da década de 60. Minha professora de catecismo foi Dona Lourdes Cardoso. Nesta época ela exigia na ponta da língua, além daquelas orações citadas pelo Zetinho, o Credo e Salve Rainha. Era assim:


Credo
Creio em Deus-Pai, todo poderoso,/ criador do céu e da terra./ E em Jesus cristo um só seu filho, Nosso Senhor, /que foi concebido por obra e graça do Espírito Santo,/ nasceu de Maria Virgem/ Padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos,/ foi crucificado, morto e sepultado, / desceu ao inferno, /ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, /onde está sentado à mão direita de Deus Pai, todo poderoso,/ de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos./Creio no Espírito Santo,/ na Santa Igreja Católica, /na comunhão dos Santos, /na remissão dos pecados, /na ressurreição da carne, /na vida eterna./Amém.


Salve Rainha
Salve, Rainha, mãe de misericórdia,/ vida, doçura, esperança nossa, salve!/ A vós bradamos os degredados filhos de Eva./ A vós suspiramos, gemendo e chorando/ neste vale de lágrimas./ Eia, pois, advogada nossa,/ esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,/ e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, / bendito fruto do vosso ventre,/ Ó clemente, ó piedosa, / ó doce sempre Virgem Maria/ Rogai por nós santa Mãe de Deus/ Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.
Lembrou também Padre Alfredo. Padre sério, exigente, zeloso e servidor fiel da Igreja mas, nunca tivemos um padre, depois dele, mais preocupado com as condições sociais e políticas de nossa terra. Enfrentou os poderosos e defendeu os pobres. Quando passou a ser Monsenhor recusou veementemente mudar a cor de sua batina, dizendo que não queria ficar igual a um galo-de-campina. Tenho certeza, para ele, reza e obediência cega aos superiores, não era suficiente. Qualquer semelhança com D. Hélder Câmara, não é mera coincidência. Ambos iriam além do Catecismo, se houvesse necessidade.

Lucinha Peixoto
03.06.2009
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Alexandre,

Li seu artigo sobre João de Gé. O João merecia ser lembrado. Pessoas como ele Adel, Zé Bias, Tonho de Dinda, Zé Bebinho e outras pessoas do povo fizeram mais a história da nossa cidade do que muitos daqueles que nem se consideram povo. Precisamos escrever sobre eles e, no fundo estaremos escrevendo sobre nós mesmos. Conheci João de Gé, moramos quase na mesma rua, com sua voz inconfundível, era uma figura, como você descreveu. Para fazer justiça a ala feminina, conheci sua esposa, a Marinalva, moça bonita e alegre, filha de seu Tonho Camilo e Dona Francisquinha que moravam na rua da cadeia. Além de passar todos os dias pela sua casa rumo ao trabalho, de vez em quando entrava e entregava minha cabeça a Tonho Camilo, meu barbeiro por um tempo. Entremeava um ruído da respiração, dizem que era dos pulmões, com uma conversa sobre a vida, que todo barbeiro tem. Veja você uma coisa puxa a outra e já quero me estender mas, o espaço só me deixa descrever este casal, sogros de João de Gé: Ele deveria pesar uns 50 quilos e um 1,70 de altura, ela, uns 120 quilos com 1,55 de altura. Foi muito bom lembrar. Obrigado

Jameson
03.06.2009
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Ana Luna

Ao ler seu excelente artigo sobre este grande brasileiro, lembrei ter lido neste mural alguém escrever que não houve presidentes estadistas neste país, e eu concordo. Mas, houve um governante estadista, o Imperador Pedro II. Ainda bem que temos uma praça com o mesmo nome. Será que já mudaram? Parabéns pelo artigo.

Jameson Pinheiro
03.06.2009

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Alexandre,

Gostei muito de suas crônicas sobre o Chopp em Bom Conselho. Este chopp deve ser bom mesmo, pois o trabalho e sacrifícios para obtê-lo foram sem igual. Como existe a loira suada, agora temos o chopp suado. Não vejo a hora de ir à terrinha para convidá-lo ao referido restaurante e degustar um chopp destes. Abraços.

Jameson
02.06.2009
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Caro Alexandre,

Obrigado pelos elogios a meu artigo sobre as épocas escuras de nossa terra. Não tive espaço para contar as reuniões de amigos nas noites de escuro onde estórias rolavam soltas, como aquela de Zezé Não Me Mui que disse ter visto a Mula sem Cabeça no cercado de seu Liro, quase se borrando de medo, quando a Mula olhava prá ele fixamente, em posição de ataque. Foi quando Carlinhos Mouco perguntou: Se a Mula não tinha cabeça, como tua sabias que ela estava olhando prá tu? Claro que todos foram para casa dormir, e sem resposta. Coisas do escurinho. Abraços

Diretor Presidente
02.06.2009

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O artigo do amigo Gildo, mim fez lembrar a casa de minha bisavó Rosa, que quando nós entrevamos na sua casa sentiamos o cheirinho de chá de boldo, toda vez em que eu sinto o cheiro de chá de boldo lembro de vovó Rosa.

Alexandre Tenório
01.06.2009
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Sr. Diretor Presidente

Parabéns pela bela configuração na matéria enviada, ficou 10, principalmente quanto aos cinco elementos
Valeu

Abraços
Gildo Povoas
01.06.2009

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Muito bom o artigo do nosso diretor presidente, o escuro tem suas vantagens, como namorar no escuro, dormir no escuro, quando pequeno fazer medo aos outros no escuro, olhar as estrela quando fica no escuro. etc infelizmente o homem moderno não sabe o que é o escuro, na minha casa quando falta energia eu reuno minha esposa e filhos e começamos a conversar, eu conto histórias e estórias, e muitas vezes quando a energia chega eu sinto que eles não queriam que tivesse chegado a energia, pois a conversa estava muito boa, e quando a energia chega cada um vai para a sua televisão ou computador e nós voltamos a sermos homens modernos, agora para nós amigos leitores, um escurinho de vez em quando é bom é.

Alexandre Tenório

31.05.2009

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Caro Gildo,

Em nome da CIT, agradeço suas gentis palavras, e também aos participantes externos, como você, que nos brindam com suas belas matérias. A eles devemos uma grande parte do que é o Blog da CIT. Estamos ao seu dispor. Abraço

Diretor Presidente
30.05.2009
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Ilustre Diretor Presidente:

Parabéns pela bela iniciativa da criação do "Blog". Noto que cada vez mais este meio de comunicação está fazendo parte do nosso dia a dia, e não só agradeço ao ilustre Diretor, mas também a toda a equipe que está por traz do ,dando o tão famoso apoio técnico. Aos participantes que nos brindam com sua belas matérias todo o meu apreço. Porque escrever é difcil e escrever com o coração mais dífícil ainda e isso todos eles o fazem.
Todos nós que estamos ausentes da terrinha,com certeza, sentimos orgulho de ver no ar tão importante meio. Aos que estão na terrinha,não deixem de participar.
Paz profunda e sucesso sempre.

Gildo Povoas
30.05.2009

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Caros Amigos,

Desde ontem estávamos sem internet. Pedimos desculpas a aqueles a quem não respondemos as mensagens. Voltamos, e amanhã daremos continuidade ao nosso Blog. Por enquanto vocês podem ir no nosso link geral e dar uma olhada em artigos anteriores. Hoje foi folga forçada.

Diretor Presidente
29.05.2009

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Amigos (as),

Li o recado da Lucinha no Mural da CIT. Em conseqüência, li o escrito do seu Zetinho na página de Bom Conselho. Ele diz que não se discutem política, religião e futebol. Eu discuto todos os três temas. Discute-se até sentença de juiz togado. E quanto à Lucinha dizer que gosta da forma como o Zetinho escreve, eu respeito o gosto dela. Apenas não concordo nesse particular. Como a Lucinha sabe das coisas, fez ressalvas quanto ao conteúdo. No mais, concordo com tudo que a Lucinha escreveu. Vejam que primor saído da mente do Zetinho: "Não se discute o pensamento de qualquer ser humano; apenas se aceita, às vezes sem que a nossa consciência seja convencida." Que sentença infeliz! E vamos discutir o quê? - Coice de mula ou histórias de mula-sem-cabeça! Faz sentido! De outra parte, quem leu algo sobre a vida de Martim Lutero, sabe que se discute religião. Lutero sabia que as leis da igreja romana, não guardavam semelhanças com as LEIS DE CRISTO. E brigou muito por isso. Brigou e ganhou as brigas. Posto isso, pretendo mal traçar umas linhas falando sobre Igreja Católica e um pouquinho sobre Getúlio Vargas etc.

José Fernandes Costa
28.05.2009

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Ontem fucei a Academia Virtual Pedro de Lara. Entre outros encontrei o artigo do Zetinho: Política, Religião e Futebol. Eu gosto da forma como ele escreve, o problema, certas vezes, é o conteúdo. Sensibilizou-me o seu zelo pelos valores e conselhos de seu pai, resumidos pela convicção de que as três expressões humanas acima não devem ser discutidas. Já discordei disto uma vez, sobre religião. Sobre política, penso até que a falta de discussão é que nos levou ao atual estado de absoluta descrença nesta atividade nobre, aqui em nosso país. O seu Antonio Taveira Zuza foi muito bondoso com Getúlio Vargas, acho que nesta nossa República, ainda não existiu nenhum estadista, como presidente, mas isto é outro assunto, como o é também o futebol - torço pelo Náutico e tenho discussões homéricas com o nosso Diretor Presidente que é Sport, quando ele diz que o gladiador, digo, jogador Carlinhos Bala não joga nada - pois o seu Zuza já o discutia comparando-o aos esportes antigos.
O ponto em que quero ficar é a Religião. Achei estranhíssimo, para uma pessoa, que diz que religião não se discute, publicar um artigo sobre o título: A Mensagem Católica, na qual concordava com a carta de um padre, cujo teor era mais de erros do que acertos sobre um episódio envolvendo nossa religião católica (ver o artigo do José Fernandes: http://www.citltda.com/2009/05/carta-e-mensagem.html ). Se isto não é discutir religião, então o que é que é? O Zetinho, concordando com o seu pai, prefere o silêncio à discussão destes temas, e acrescenta: “Não se discute o pensamento de qualquer ser humano, se aceita, às vezes sem que a nossa consciência seja convencida.” Meu Deus, o que ele quis dizer com isso? Que não discutamos mais nada? Que devemos ficar restritos aos ensinamentos e valores dos nossos pais? Isto não acontece nem mais na Índia (para aqueles adeptos de novela como eu: nem o Opash é tão conservador).
A pergunta que não quer calar (desculpem a frase tão batida) é: isto não seria falta de argumentos para uma boa discussão? Quando encontramos uma carta de um padre que nos parece sem falhas, a publicamos e discutimos, quando há o contraditório com argumentos fortes não se discute. Isto me parece comodismo intelectual.
O medo que tenho agora é que Zetinho publique um artigo no qual, além de política, religião e futebol, ele acrescente Academia. Com o seu silêncio sobre a Academia de Letras, Artes, Ciências e Tecnologia de Bom Conselho, parece-me este ser o caso. Que pena!

Lucinha Peixoto
27.05.2009

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Amigos (as),

Em dias da semana passada, escrevi aqui umas linhas, falando do relacionamento pais e filhos. E do afeto devido por aqueles a estes. Coincidentemente, na noite anterior, um adolescente de 15 anos de idade, pegou o carro do avô, à noite, dizem que escondido deste. Foi a uma festinha com sua turma e voltou sozinho pela Av. Domingos Ferreira, em Boa Viagem, a 120Km/h. "Furando" todos os semáforos em vermelho, que encontrava pela frente. Deu "cavalo de pau", pintou o escambau. Segundo relato dos seus colegas, ele costumava dizer que "a vida é curta e precisa ser curtida." Mas, em poucos minutos a vida dele se acabou em cima de um poste de iluminação pública e de uma árvore. Ainda, conforme comentaram outros colegas, esse jovem tinha mania por velocidade e outras aventuras. E não foi a primeira vez que saiu com um dos carros do avô, sempre cometendo exageros.

Seus pais estavam em processo de separação. O avô, com quem estava vivendo, é médico conceituado e eu o conheço de perto.

Não fácil opinar nessas horas. A separação dos pais é muito dolorosa para os filhos. De outra parte, o afeto não deve ser dado à larga. É necessário impor limites aos educandos. Criar filhos é tarefa muito difícil, embora muitos pais nem se apercebam disso. A criança, adolescente ou jovem que não conhece limites, sempre mete os pés pelas mãos. E se dá mal. Liberdade se dá, sem esquecer o exercício da autoridade. Mas não confundam autoridade com autoritarismo./.

José Fernandes Costa
26.05.2009

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Prezada Ana Luna,

Sou seu leitor assíduo. Gosto da forma terna e calma como escreve. Mesmo antes da criação do nosso Blog já acompanhava seus escritos no site de Bom Conselho. Hoje fui lá, no Mural, e vi uma nota sua (24/05/2009 09:48) na qual você cita o seu filho, uma pessoa que, trabalhando com o comércio exterior, é mais abalizada do que todos nós para falar do assunto Brasil Foods. Este assunto até parece banal para quem está fora de Bom Conselho mas, para o povo que lá vive é um assunto de importância vital. Eu sou, como você, Bom-conselhense de coração e por isso me interesso por este assunto. Li um pouco a respeito e confesso que fiquei um tanto confuso com a sua nota, e mais ainda com a nota do Pedro Ramos (24/05/2009 10:24) que cita a sua, ao tentar entender porque o seu filho diz que não mudará em nada, a fusão da Sadia com a Perdigão.
Seria demais pedir ao seu filho que escrevesse alguma coisa a respeito? Tenho certeza que com o amor que você tem demonstrado por Bom Conselho, seu filho tenha herdado algum, culturalmente ou pelo DNA, e pudesse dar sua profissional opinião sobre o assunto, quem sabe talvez, acalmando o coração de milhares de pessoas de Bom Conselho e arredores sobre esta fusão. Como você sabe o Blog da CIT sempre estará a sua disposição e a do seu filho também.
No meu caso, eu espero que ele tenha razão, e que tudo não mudará em nada, eu só queria saber porque.

Cleómenes Oliveira
25.05.2009
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Prezada Maria Caliel,

Agradeço suas gentis palavras sobre meus artigos de maio. Quanto ao estilo, eu era mais sizuda mas, a CIT, que só promete risos e emoções, gosta que eu vá para o lado do riso e eu preciso manter este emprego. Obrigada por me ler.

Lucinha Peixoto
25.05.2009
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Caro Felipe,

Vi seus filmes e gostei deles e, para ser sincero, o segundo poderia ser menor, principalmente para nossa cidade onde a banda ainda não é tão larga assim. Mas, isto não tira os seus méritos ao fazê-los, visivelmente com muito amor filial, nem deixa de me surpreender mais uma vez pela suas múltiplas vocações de médico, escritor e agora cineasta. Parabéns, e conte conosco em qualquer vocação, mesmo na que esqueci acima, a de político. Quanto ao nosso interesse por política, você está certo, mas estou longe de ser um político, mesmo porque, do jeito que me escondo atrás de um pseudônimo não teria voto nenhum. Aristóteles, penso que foi ele mesmo, dizia que o homem é um animal político, Cleómenes, nosso ateu cristão, diz que o político é um homem animal. Eu digo, menos Cleómenes, menos... há muitas exceções. Você é uma delas. Abraços

Diretor Presidente
25.05.2009
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Fiquei encantada com os dois artigos que fecham com chave de ouro o mês de maio.
O primeiro, de Lucinha Peixoto, mostrando as comemorações durante este mês.
Ela nos conta tudo de uma maneira muito pessoal, com uma boa dosagem de humor.
É sua característica. Ela nos faz rir o tempo todo. Acho-a formidável.

O segundo, de Aninha Luna, lembrando o cíclo da flor de maio e aplicando no cíclo da vida
do ser humano, com todas as emoções e desejos. Maravilhoso!
PARABÉNS LUCINHA E ANA

Maria Caliel
25.05.2009
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Primeiramente gostaria de parabenizar o nobre Diretor pelo ultimo artigo publicado no blog, e queria dizer que já interrompi o artigo que vinha escrevendo, pois tudo que eu queria mencionar já foi muito bem dito pelo Diretor em seu artigo, principalmente no que diz respeito à cobrança por parte de todos nós para que o projeto original do complexo industrial seja cumprido.
Para compensar, já que criei a expectativa de lhe enviar um artigo, estou mandando um outro projeto que desenvolvi nesse final de semana. Como já sei que o nobre Diretor também aprecia a arte da política, estou repassando um registro da trajetória de campanha da minha mãe, produzido com um apanhando de vídeos e fotos que eu tinha armazenado no meu computador. Espero que goste.

Parte 1:

http://www.youtube.com/watch?v=ZPkS_oE7q4U

Parte 2:

http://www.youtube.com/watch?v=lzWd9DNd8xE

Parte 3:

http://www.youtube.com/watch?v=_p45CLKVFYI


Um forte abraço.

Felipe Alapenha
25.05.2009

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Amigos (as),

Manias tolas dão lugar a modismos. Falta de vocabulário cria lugares-comuns. As expressões "praticar preços, preços praticados" etc., são um dos modismos baratos. Ninguém pratica preços. Cobram-se preços. Preços são cobrados. E remarcam-se preços. Existem a prática do esporte, a prática do exercício físico e outras práticas. Também não existe preço caro ou barato. O produto é que pode ser caro ou barato. Mas o preço é alto ou elevado. Baixo ou reduzido. - E o hábito de usar lugares-comuns, faz com que as pessoas digam e escrevam sempre as mesmas palavras. Carlos Alberto Sardemberg, analista econômico da rádio CBN, em cerca de dois minutos, repetiu oito vezes as locuções gerar emprego e geração de empregos. Quando pensei que ele iria melhorar, complicou. Disse uma vez só, para terminar o comentário: Criação de novos empregos! Acaso se criam velhos empregos. Se são velhos, já foram criados ou gerados noutros tempos. Outro termo muito ao gosto do freguês é demanda, na lei da oferta e da procura. Oferta é oferta mesmo. Mas procura passou a ser demanda sempre. E demanda quer dizer tanta coisa!

José Fernandes Costa
22.05.2009

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Será que vai aparecer outro artigo sobre o mês de maio? Pelo visto só as mulheres escrevem sobre este mês. Maria Caliel escreveu “lindamente” sobre mulheres e mães, Ana Luna “belamente” sobre a flor de maio e eu “cruamente” sobre escravos e noivas. Igual no site de Bom Conselho, nós mulheres estamos cercando os homens, marcando de perto, em todos os sentidos. Aqui já somos três. Lá também são três. Só podemos desempatar se a Celina quiser publicar em nosso Blog. Celina, ainda é tempo de escrever sobre maio e nosso Blog está à sua disposição. Seria a glória.

Lucinha Peixoto
22.05.2009


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Alexandre,

Você falou bem. Os meninos de hoje deixaram de jogar futebol para ver televisão e vídeo games, e nós mais velhos para vê-lo na TV também, pois hoje nos campos só tem briga. Naquela havia algumas brigas, hoje só tem... É o progresso. Obrigado pela leitura do artigo e pelo comentário.

Jameson
22.05.2009

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amigo jameson,

muito bom o seu artigo sobre o futebol, embora mais novo que você, mais tambem joguei muita bola, principalmente por que a televisão ainda não tinha invadido as nossas vidas, pois além de serem caras o sinal era pessimo, por isto o nosso maior divertimento era o futebol, o canal 100 no cine brazilia era quem nos mostrava os principais lances do futebol, bons tempos aqueles.

Alexandre Tenório

21.05.2009

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Caro Alexandre,
Isto será realmente uma pena. Como digo no meu artigo:( http://www.citltda.com/2009/05/sadigao.html ) só pode ser vingança do Dantas Barreto. Li hoje alguns jornais e todos negam tudo de ruim para a fusão. Todos dizem que ninguém vai perder nada, etc., etc. Mas, para quem viu este filme antes, tudo pode acontecer. No caso das cervejarias onde juntaram Brahma e Antártica (AmBev) disseram que ninguém ia ser demitido, além de demitirem, mudou de nacionalidade.
Mas vamos ver como reagem nossas autoridades, pessoas e, principalmente, os bancos envolvidos. Aqui na CIT, dentro dos nossos limites, estamos fazendo nossa parte: alertando e contribuindo para que outras pessoas como você o façam. Dizem que o presidente Lula irá inaugurar a Batavo, que o povo, ao invés de só agradecer-lhe pelo Bolsa Família, cobre o resto que foi prometido à cidade. Capitalismo, a crise que o diga, deve ter limites.
Cleómenes Oliveira
20.05.2009

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Amigo Cleómenes,
infelizmente a realidade é esta que escrevi, o grande salto para nós seria na realidade o centro de distribuição e a unidade de processamento de embutidos bem como a fazenda escola que seria um diferencial, com a fusão, o grupo brasil foods ira utilizar a unidade da sadia recém inaugurada em Vitoria de Santo Antão como a fabrica de embutidos do grupo no nordeste, com isto praticamente sepulta o tão esperado desenvolvimento de nossa terra, resta saber se o banco do nordeste que fez um empréstimo de mais de 350milhoes de reais para a construção do complexo industrial ira se contentar com o corte do projeto, o que também nós preocupa é a divida que nasce com a fusão, o grupo já nasce com um debito de 14 bilhões de reais.
Alexandre Tenório
20.05.2009

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Amigos (as),

Há pouco, vi um vídeo que falava de um menino que tentou mostrar um desenho seu à professora, depois à mãe e, por fim, ao pai. Quando ele se aproximava e pronunciava a primeira palavra, era repelido com esta frase: "Não vê que estou ocupada (o)?" Ninguém teve tempo de parar para ouvi-lo concluir a pergunta. - Mesmo que a internet nos traga muitas invencionices, temos de reconhecer que essa é uma realidade no dia-a-dia das pessoas. Ninguém tem tempo para ouvir.
Grande defeito dos pais é nunca ter tempo para ouvir os filhos. Mas esses pais não podem culpar o tempo por essa omissão, NÃO! E esse descaso é causador de muitas desilusões em crianças, adolescentes e jovens, que, muitas vezes, descambam para outros caminhos. - Aí os pais dizem: "Mas eu eduquei nos melhores colégios, comprei os melhores livros, nada deixei faltar e saiu tudo errado!"
Ocorre que colégio quase nunca dá educação. Quando muito dá instrução. E passa informações, nem sempre boas. Então, é pai e mãe que tem de ter tempo para ouvir seus filhos (as) e lhes dar afeto. Porque pode chegar o dia em que eles / elas não queiram mais ser ouvidos!

José Fernandes Costa
19.05.2009

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Caro Alexandre Tenório,

Seu artigo sobre as indústrias de Bom Conselho me meteu mais medo do que quando escrevi o meu sobre a fusão e a Sadigão. Pensava ser o atraso nas obras coisas de dias para os dois projetos. Vejo, pela sua análise que pode ser que só saia a fábrica de lácteos. Pelo menos, até o fim do ano o projeto de embutidos não sairá. Junto com você, espero que ainda seja dessa vez. Quem quiser maiores detalhes para esta matéria veja o link da Pernambuco.com:
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20090519153501&assunto=25&onde=Economia

Cleómenes Oliveira
19.05.2009

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Estou preocupada com o próximo Encontro de Papacaceiros. Muitos não deixarão seus cônjuges participarem da festa. Pois alguém está propondo a criação de um museu em Bom Conselho, sem dizer realmente qual é o seu tema. Meu marido já disse que não me deixa mais ir àquela cidade. Imagine, diz ele, se colocarem no Museu tudo que é antigo, muita gente não voltará para casa, inclusive eu. Que audácia!

Lucinha Peixoto
18.05.2009


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Prezada Lucinha,

Eu te agradeço por tuas palavras. Não pretendi dar aula, claro. Ocorre que aquela carta estava enganchada na minha garganta, desde o dia em que a recebi. É mal escrita, oca de conteúdo, cheia de bobagens e agressões a pessoas. Não creio que um padre faça uma peça tão ruim. É uma ofensa à inteligência dos que enxergam um palmo adiante do nariz. Afronta pessoas que têm acompanhado algumas medidas tacanhas adotadas por esse bispo, desde que chegou à arquidiocese. Como ele não tem nenhuma afinidade com dom HÉLDER, persegue padres que adotam a linha de dom HÉLDER, o dom dos pobres e dom da PAZ. Que eu saiba, dom Dedé é o único arcebispo processado por calúnia e difamação. Processo movido pela prima de um dos padres perseguidos por ele. Mesmo com tanto poder, foi intimado a depor numa delegacia de polícia. Isso por conta das difamações aludidas. E teve de ir prestar contas ao delegado. O processo foi aberto e está tramitando na Justiça. Ele tem que comparecer às audiências. E esperar a decisão do juiz. É a força das leis dos homens, que a Igreja repudia e diz que não valem nada, frente ao Código Canônico. Mas, num Estado democrático, essas leis dos homens são necessárias para garantir reparação de danos dos que se sentem ofendidos./.

Abraço, José Fernandes Costa

18.05.2009

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Caro Zé Tenório,

Fui ao Mural do site de Bom Conselho e encontrei uma nota na qual você usava meu nome, e não foi em vão, fiquei emocionada. Sou sua leitora desde muito tempo. Não digo desde pequenininha porque, como a mãe do nosso presidente, nasci analfabeta. Não estou usando mais o portal de Bom Conselho, por isso estou lhe enviando e-mail e o publicando no Mural do nosso Blog da CIT. Você diz que, pela sua idade, é difícil não repetir o que escreve. Não se preocupe, o que é bom é para ser repetido mesmo. Obrigada pelos elogios, e espero, no futuro continuar correspondendo a eles. Um grande abraço da amiga e beijos para sua neta.
Lucinha Peixoto

16.05.2009

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Amigos (as),

Dizer e escrever (2) - Há poucos dias, vi um cidadão recebendo uma homenagem. Ele usou da palavra e disse: "Quero transferir essa homenagem para fulana e fulano." É assim que deve ser dito. Mas as pessoas não gostam de ser afirmativas. O hábito reinante é dizer e escrever: "Eu gostaria de agradecer..., eu queria fazer uma homenagem etc.", e assim por diante. Ora, quem gostaria, não sabe se gosta, porque está sob alguma condição. E quem queria, possivelmente não quer mais. Porque já é tempo passado. Então, por que não dizer: "Eu agradeço aos meus amigos; eu quero fazer uma homenagem ao reitor etc." Esse eu gostaria, me faz lembrar o chavão das telefonistas que, quando você pede pra falar com alguma pessoa da empresa, ela pergunta na bucha: "Quem gostaria?" Por que "quem gostaria?" Eu não gostaria de coisa nenhuma. Eu quero falar com o João dos Grudes. Então, ela se limite a perguntar: quem quer falar? Ou como é o seu nome? etc.

José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br
15.05.2009
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Amiga Aninha,
infelizmente na epoca em que eu frequentava o cinema não tinha lanterninha, mais em compensação tinha Nelson guarda, que descia todo pomposo com um cassetete na mão para intimidar os cinefilos que estavam pertubando a seção, isto sempre acontecia quando a fita quebrava e o pessoal lascava assobio e batiam nas cadeiras.Quanto a profissão que vem resistindo ao tempo, temos em nossa cidade o FRANDILEIRO (trabalha com zinco fazendo bicas) seu Zé Estevam foi o mais famoso deles.
Alexandre Tenório
15.05.2009


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Muito bem escrito o artigo de Lucinha, a questão do racismo ou preconceito, sempre existiu e vai continuar existindo no nosso país e no mundo, só que o maior preconceito que existe não é pela cor ou religião e sim pelo dinheiro, você pode ter a cor que tiver a religião que tiver, ou ser analfabeto, mais se tiver dinheiro está tudo certo, se você for branco de olhos azuis mais for pobre vai existir preconceito contra você, agora existe a acentualização do problema, se você for pobre, negro e analfabeto ai minha amiga Lucinha você está lascado. Quanto a cotas para negro ou qualquer etnia nas universidades é mais uma prova que existe preconceito no nosso pais.
Alexandre Tenório
14.05.2009


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Maria Caliel,
Vou viu, amiga, o que o José Fernandes aprontou para mim. Fiquei lisonjeiada, para dizer o mínimo. Obrigada pelo “merecedora”. Você merece mais do que eu.
Lucinha Peixoto
14.05.2009


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Caro Alexandre,
fiquei feliz por ter levado você a voltar a infância. Lembro de todos as brincadeiras que você citou e ainda tinha o “rouba bandeira”, não sei se é do seu tempo.
Jameson Pinheiro
14.05.2009

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Ilustre Poeta José Fernandes,

Quero lhe parabenizar pela grande inspiração no Poema Enviesado.
A nossa Amiga Lucinha é muito merecedora destas palavras, porque
vc a descreveu muito bem, na dosagem certa.
Parabéns Lucinha, pela homenagem deste grande Filólogo.
Saudações

Maria Caliel
13.05.2009
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Amigo Jamesom

Você mim fez eu voltar aos meus tempos de infancia com esta história do pau de merda e a brincadeira do garrafão, ainda tinha brincar de estátua, brincar de bicho, de academia, de esconder, de tocar fogo nos canos de água das casas etc.

Alexandre Tenório
13.05.2009

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Amigos (as),

Dizer e escrever (1): O secretário nacional da Vigilância Sanitária, Jairo Barbosa, disse: "O mundo está melhor preparado para ...". Que se tenha cuidado com esses modismos ou desconhecimentos da língua portuguesa. Ninguém está melhor preparado, melhor vestido, melhor acabado etc. - Nós estamos mais bem preparados, as mulheres estão mais bem vestidas, e o móvel está mais bem acabado. Se alguém pensa que nunca pode usar mais bem, é engano. Quando, após a expressão, vem um verbo no particípio, deve ser usado mais bem. E só neste caso./.

José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br
11.05.2009

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Caro Diretor Presidente,

Li todo o seu artigo. A cada dia ficamos mais crentes de que a sabedoria não é privilégio de ninguém. É um dom que toca a todos. Mas a arte não é para qualquer um. Os que têm o dom, podem e devem aperfeiçoá-la. Por isso que os chineses desse circo sempre conseguiam concluir o seu papel. O circo tem sua magia. Com ou sem janelas abertas. Por outro lado, o melhor professor do mundo não me ensinaria a arte do desenho, por exemplo. Nem da pintura. Nem me daria a destreza desses circenses. Se muito, eu poderia ser palhaço (de circo). Talvez medíocre. Para as diversas atividades, muitos e muitos só precisam de chances. De outra parte, outros que têm todas as chances estudam, estudam, dizem-se doutor disso e daquilo e, tantas vezes, nem mesmo sabem pra que estudaram. Como profissionais, são um fracasso. E quanto à educação, uma lástima.

Agradeço-lhe pela publicação, no blog da CIT, daqueles versos meio enviesados. Abraço,

José Fernandes Costa

10.05.2009

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Caro José Fernandes,

Quero lhe agradecer com poucas palavras. Elas são inúteis diante da emoção ao ler seu poema. Se a minha existência serviu para inspirar tão bela peça literária, já valeu a pena ter existido. Muito obrigada.

Lucinha Peixoto

09.05.2009

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É com profundo pesar que recebo a noticia que meu professor de geografia Manuel Miranda se encontra em estado grave, uma pessoa dedicada a igreja e as letras, um verdadeiro cavalheiro, espero sua recuperação.

Alexandre Tenório

08.05.2009

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Fomos ao Mural do site de Bom Conselho e soubemos da enfermidade de Manuel Miranda. Eu o conheço e sei o grande homem que ele é. Vamos nos unir e rezar para seu pronto restabelecimento.

Lucinha Peixoto

08.05.2009

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Felipe Alapenha, obrigado pelos comentários a meu artigo. Nunca vi um bode amestrado, pela nossa diferença de idade, hoje, até os bodes estudam mais. Vi um de seis pernas. Mas, tudo nos surpreende nos circos.
José Fernandes, obrigado por ter começado a ler meu artigo. Você tem razão: que janelas! Continue a leitura e as janelas se abrirão para você.

Diretor Presidente
07.05.2009

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Minha amiga Aninha, as duas piores criações já inventada pelo o homem é o espelho e a fotografia, pois se elas não existissem jamais veriamos que tinhamos envelhecido, infelizmente se não ficarmos velho é porque morremos moço, então envelhecer é fundamental, mas que incomoda incomoda. Mim lembro muito bem na casa dos meus avós que tinha muitas mangueiras eu subia na mais alta e em 30 segundos eu estava lá no alto dela, esta semana eu fui subir numa escada desta de 5 degraus e minhas pernas ficaram bambas isto é uma merda.

Alexandre Tenório
07.05.2009

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Ando um pouco sumida do mural pelos afazeres mais importantes e menos prazerosos. As coisas vão se juntando. Maria Caliel, viestes para o Blog e nem te parabenizei pela vinda e pelo artigo maravilhoso. Só resta citar o José Fernandes:

E a Maria Caliel

vem chegando de mansinho

como abelha que faz mel

começa devagarinho.


Vem chegando pro Mural

sem nem apressar o passo

numa prosa sem igual

vem estreitar esse laço.

É, amiga, em minhas “bobagens” só quem prestou atenção foi você. C’est la vie.
José Fernandes, obrigada por aceitar minha sugestão de uma alternativa para o crachá, na festa dos papacaceiros, adorei suas alternativas mas, faltou a cangalha.

Lucinha Peixoto
07.05.2009

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Meus Caros:

Estava eu lendo a crônica do Diretor Presidente. Quando cheguei no "Abre a janela!" "Abre a janela!", parei. Lembrei-me dos meus tempos de moleque. E que janelas! Por acréscimo lembrei-me do filósofo Zé Simão ou Macaco Simão, que pergunta sempre que há um feriadão: "O que abre e fecha no fim de semana?" - "As..." (censurado!)

Ainda vou terminar a leitura dessa crônica. Porque o tempo está conspirando contra mim, nesse final de abril e princípio de maio. Mas haverá tempo pra tudo. Quando a gente quer, o tempo surge. E quem quiser que alguém lhe faça um favorzinho, nunca peça a um desocupado. Este não tem tempo pra nada.

¡Hasta pronto! –

José Fernandes Costa
06.05.2009

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Muito bom o artigo do nobre Diretor! Dá até vontade de assistir ao espetáculo.
Já me recomendaram algumas vezes, mas sou um pouco resistente aos circos, excetuando-se os circos do interior, que trazem vários espetáculos à parte (vale lembrar o tal do bode adestrado, que todo circo desse tipo tem um!). Gosto mais de teatro.
Parabéns pelo artigo! Mais uma vez, brilhante.

Felipe Alapenha
06.05.2009
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Amigos:

Estava com saudade do Mural da CIT. Fui lá e me deparei com o recadinho da Lucinha. Que bom! Mas o bom foi o recado. Porque essa idéia do crachá, só fica bem nas palavras da Lucinha. Não sei quem deu a idéia do crachá. Mas respeito qualquer sugestão, desde que não me ofenda. Porém, prefiro a sugestão da Lucinha.

Por que não a melancia? Taí, uma ótima chance. Parabéns, Lucinha, pela lembrança. Em boa hora você está atenta a tudo e a todos. Inclusive atenta aos detalhes da festa dos papacaceiros. Continue visitando o Mural de BC. E sugerindo: melancia, abóbora, chocalho, canga pra junta de boi de carro etc. Tudo vale.

Abração,
José Fernandes Costa
06.05.2009

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Niedja,

Gostei muito de saber mais esta faceta do nosso eterno carteiro Adel. Espero que as moças escrevam outras histórias e mandem para a gente publicar. Isto será parte da história da nossa cidade.

Diretor Presidente
05.05.2009
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Prezado Diretor

Lendo no Blog um dos artigos falando sobre seu Adel, o carteiro, lembrei de um episodio interessante. Ele só entregava as cartas aos próprios destinatários. Quando era uma moça ele tinha o cuidado pra os pais não verem q suas filhas recebiam cartas dos namorados. Eu mesma recebi muitas, e seu Adel sabia muito bem que recebia essa cartas escondido. Muitas moças gostavam dele pois era discreto e guardava segredo.
Muitas pessoas gostavam dele porque, além de ser um carteiro, também gostava de assistir jogos de futebol. Muitas moças daqui tem histórias para contar sobre a competência de seu Adel, e de como ele era querido por todos. Obrigada

Niedja Camboim
05.05.2009

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Caro Alexandre,

Sentimos também a morte de Basto de Eulália, a quem conhecemos. Seu artigo sobre ele e outros artigos de nossos colaboradores estarão sendo publicados amanhã, assim que nosso pessoal voltar da farra do trabalhador.

Diretor Presidente

03.05.2009

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É com muito pesar que comunico a todos a morte de Basto de Eulalia, mais conhecido que coca cola em nossa cidade, grande rubro-negro e brabo que nem siri numa lata, segue um artigo sobre ele.

Alexandre Tenorio

03.05.2009

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Meus Amigos,

Este espaço foi criado para isto. Comunicações curtas e não grossas (muitas vezes). Hoje uso-o para agradecer aos Bom-conselhenses de todos os cantos, pelo apoio que nos foi dado, na colaboração e em número de acesso a este nosso Blog. Apenas este mês tivemos mais de 1.500 acessos, com uma média de 50 acessos por dia. Isto foi além daquilo imaginado por nós que fazemos a CIT. Recebemos mensagens, artigos, fotos e tentamos publicar todos, quando foi possível. Quando não, tentamos explicar por que isto não ocorreu. Na maioria das vezes as pessoas aceitam os argumentos e não ficam nos querendo mal. Outras vezes relutam em aceitar, e como ninguém é perfeito, só resta lamentar.
Para este sucesso a CIT trabalhou dobrado e merece pelo menos um descanso no Dia do Trabalhador. Voltaremos em maio, esperando que nem Lucinha nem Eliúde inventem um feriado do Dia das Mães na sexta-feira.

Diretor Presidente
30.04.2009

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Ontem fui ao Mural do site de Bom Conselho, ainda tenho saudades mas, fazer o que, né? Não está mais animado como outrora mas, em compensão, tem cada idéia. Alguém sugeriu o uso de crachá na festa do 10º Encontro (que será daqui a quase um ano, antes disso, que Deus nos proteja e que o Andarilho reze por nós em sua Coluna, temos que enfrentar a Gripe Suína). Antes que alguém açodadamente encampe esta idéia, peço que pensem na natureza da festa e nos custos envolvidos, para depois não chegarem lá fazendo críticas aos organizadores por não haver crachás para todos. Os encontros de papacaceiros, como visto por todos, está se tornando uma festa popular, onde os encontros entre pessoas de fora não são a coisa mais importante, o povo é que é importante, e quando chegamos devemos ser povo. Falemos, perguntemos o nome das pessoas, reconheçamos os jovens. Hoje, talvez a única pessoa que conheço, porque dizem que está o mesmo, e foi meu colega, é o Zézinho Ponta Baixa. O resto vou ter que perguntar mesmo, e não me baixar para, com a minha vista cansada, ler um crachá no peito de alguém. Quem quiser crachá que use por livre e espontânea vontade. Que tal uma melancia no pescoço?

Lucinha Peixoto
30.04.2009

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O Adel era mesmo uma singularidade, como diz o Carlos Sena. Está de parabéns o Alexandre Tenório pela descoberta de tantos fatos relacionados a este homem que marcou época em nossa cidade, e ainda marca através de seus filhos. Nunca imaginei que, ao escrever um pouquinho de nada sobre ele, geraria tão bons textos. Agora Carlos Sena, com sua verve literária dar mais luz ao Eterno Carteiro. Parabéns a todos.

Jameson Pinheiro
29.04.2009

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Caro Luis Clério,

Já está passando do tempo para lhe agradecer. Desculpe são as tarefas árduas e prazerosas de lidar com uma empresa de comunicação, como você sabe mais do que eu ao dirigir a A Gazeta, órgão máximo de informação da nossa cidade. Em primeiro lugar por se interessar na publicação de alguns textos de minha autoria, e principalmente, aceitando meu pseudônimo. Espero mesmo que as pessoas apenas se interessem pelo que escrevo e não por quem sou, portanto não distribuirei o bonequinho que Lucinha Peixoto mandou fazer de alguém atrás de um bureau.
Em segundo lugar por divulgar no seu jornal os endereços eletrônicos da CIT. Com esta ajuda e a do site de Bom Conselho, já temos quase 70.000 acessos, e grande parte disto mostrando nossa cidade para o mundo. O nosso Blog até agora só tem 4.500 acessos mas estamos crescendo. A CIT agradece, por que nossa receita é feita disto: risos e emoções ($RE).
Não temos ainda um espaço adequado para divulgar o seu jornal mas, quem sabe num futuro nosso site, que ainda é um sonho. Por enquanto só podemos dizer: Assine A Gazeta, vale a pena.

Diretor Presidente – CIT Ltda.
27.04.2009
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Prezada Maria Caliel,

Muito obrigada pelos parabéns e principalmente pelo elogio à arte de parafrasear. Adoro. Tenho a honra (alguns dizem a vergonha) de ter sido censurada a primeira vez no nosso site de Bom Conselho por uma paráfrase: Eu Tenho um Sonho, onde tentava defender o sonho, cada vez mais distante, da Academia de Bom Conselho, através do discurso de Martin Luther King. Talvez tenha sido considerada um plágio. (http://www.citltda.com/2009/01/eu-tenho-um-sonho.html ).
Mais com este incentivo seu, e com a bagagem (juro, sem trocadilhos) intelectual e literária que você tem, vamos em frente, parafraseando a vida.
Muito obrigada mesmo.

Lucinha Peixoto
27.04.2009

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Prezada Lucinha Peixoto,

Quero lhe parabenizar, pela arte em parafrasear.Vc trabalhou em cima de um texto bastante conhecido.
Lembro-me q numa aula de espanhol, o professor nos deu esse texto A Bagagem, para fazer a versão em
espanhol, isto em 2002. Já recebi em meu e-mail, mensagens com esse texto em diversas formatações.
É um texto interessante e muito divulgado (autor desconhecido) Porém, vc parafraseou muitíssimo bem.
Um abraço

Maria Caliel
25.04.2009

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Conceição

Sua felicidade nos traz felicidade e a todos que fazem a CIT. As fotos serão usadas, provalmente, quando o nosso conterrâneo Alexandre Tenório enviair o artigo sobre seu pai.

Diretor Presidente

25.04.2009

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Sr. Diretor Presidente...

vc nem imagina com o estou feliz com o texto "Adel-Carteiro"
enviarei para meus irmãos.
é verdade..td rua tinha nome de alguem muito especial, pois era dessa forma que
nós conheciamos.
aos domingos, ele levava eu e meu irmão Roberto ao campo que ficava próximo ao cemitério,
que farra...mas era sagrado, aquele por do sol e a bola rolando solta no gramado.
Muito obrigada pelas palavras sobre meu pai.
Abraço.

Conceição Sá - Santos _ SP.
25.04.2009

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Amiga Conceição

estou em debito com você e sua familia, com o artigo de Jameson sobre seu Adel, mim dispertou a vontade de fazer uma cronica sobre ele, estarei trabalhando nos proximos dias nesta cronica, do amigo

Alexandre Tenório
24.04.2009

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Sr. Presidente...

meu apoio a vcs.

Ceição Sá (filha de Adel Carteiro)
22.04.2009

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Caro José Fernandes, agradeço por tudo e está tudo perdoado, se sobrou alguma coisa para pedir perdão, considere o pedido recíproco. O Zezinho adorou a idéia de encontrar você em Caetés. Ele conheceu “o cara” menino. Disse que depois vai contar sobre isto. Só uma coisa você pede que não posso fazer, retirar o “excelente escritor”, não seria justo.
Prezada Caliel, obrigada pelo “chique”. Obrigada mesmo, amiga. Quando vi aquela sua frase dizendo que eu era perfumada como a flor do mandacaru, mandei imediatamente meu marido ler o Mural do Blog. Quem sabe ele ler sua frase. Até agora fica assistindo a novela comigo mas ainda não me chamou de Maya...

Lucinha Peixoto
22.04.2009
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Prezados Amigos:

Dando um chega pra lá nesse maldito imposto de renda, mando essas mal-traçadas linhas para vocês. Especialmente para a Lucinha.

Lucinha: tu dizes que não és santa. NEM queiras ser, porque os "santos" aqui da terra, são falsos ou de barro. E pedir perdão ao errar, é prova de religiosidade e de bom coração, seja qual for o estilo que usemos numa discussão. Agora mesmo eu te peço perdão pelas palavras irônicas e naturalmente injustas que a ti dirigi um dia. E te agradeço por dizeres que sou íntegro. Costumo cultivar essa integridade moral. Isso só me faz bem. Só te peço que retire o "excelente escritor."

E quando a gente não vê motivos para pedir perdão, não pede. E fim de papo. Mas tu chegaste a uma constatação cristalina: há gente que quanto mais escreve MAL, menos enxerga seus mal escritos. E ainda confunde qualidade com quantidade. Isso tem a ver com o bom senso. Mas bom senso não é coisa que se ponha no papel. É um valor muito subjetivo. Se há quem goste desses escritos maus e reúne a família para lê-los depois da missa, é questão de gosto. Ou de agonia. E até pode ser por desgosto. /.
Abração a todos. Com a anuência dos demais: saudação especial para a Lucinha.

José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br
22.04.2009

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Caro Alexandre,
Obrigado por participar do nosso Mural. Aqui cada um tem sua opinião e é responsável por ela. Faremos o possível para não censurar e garantir o contraditório. Reconheço que sendo administrador de um site, algumas vezes, o dever moral nos força a censurar. Se alguém amanhã me mandar um tópico para o Mural descrevendo como cheirar cocaína, tenho certeza, a Lucinha reuniria o nosso Conselho Editorial, eu votaria contra a publicação, e ela, se a conheço também seria contra. Se o contra vencer, enviaremos um e-mail a pessoa explicando o motivo da censura. Se perder será publicado e o autor será responsável pelo que causar de mau à sociedade. O que sobrar para nós, responderemos.
Outra coisa, se não houver espaço para fantasmas, pelo menos no sentido que entendemos de pseudônimo, eu não poderia estar escrevendo. O nosso mural é tão democrático que não censura nem fantasma, desde que saibamos o nome do morto. Mas não se preocupe, não atiraremos pedras em você, só palavras. Mesmo que discordemos, isto não é motivo para censura. É o tal do contraditório. Todos podem responder às discordâncias. Se elas se transformarem em ofensas, não podemos fixar regras, pois ofensas são ofensas. Irá para o Conselho e julgadas de acordo. Com o tempo tudo vai se esclarecendo. O importante é participar. Você falou em Saulo, Milton Cavalcante, José Arnaldo, seu Antonio, todos serão bem-vindos, inclusive o fantasma de Vinícius de Moraes, se conseguir provar que é do Vinícius mesmo, será uma honra tê-lo conosco.

Diretor Presidente
21.04.2009

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Amigos da CIT,
nós freqüentadores deste blog vamos fazer deste espaço que vocês abriram para nós bom-conselhenses um lugar para expressarmos nossa idéias e opiniões, um espaço democrático, que não haja censura, como no site bomconselhopapacaca, em que o dono do site(Saulo), só coloca o quer, e com isto deixa os freqüentadores do site, pensando o que podem escrever e o que não podem, pois lá existe dois pesos e duas medidas, só para relembrar, o fantasma em alguns comentários infeliz, falou mau do grande bom-conselhense Milton Cavalcante, do nosso grande Jurista José Arnaldo, da minha pessoa e teve a petulância de insinuar que Vinícius de Moraes era Gay, e tudo isto com a conivência do dono do site(Saulo), agora na hora que seu Antonio e Lucinha, fizeram seus comentários foram censurados, ou seja, só se coloca o que o dono do site quer.

Portanto amigos da CIT estamos abrindo aqui um espaço democrático que não haja censura, como lucinha disse que se resolva as questões com letras e não com tesoura e que não haja espaço para fantasmas, pois o bom combate se faz sabendo com quem esta combatendo.

Alexandre Tenório Vieira
21.04.2009

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"A vida continua". Nada de novo. Tudo é novo. A vida é renovada a cada bilionéssimo de segundo. Daí a teoria: não existe velhice, mas perca de energia. Nem as idéias envelhecem. Nossas fraquezas velhas e novas nos fazem vê-las envelhecidas dentro de nós. A subjetividade, eis a questão. Ora, somos o sal da vida. Considere que num grão de sal há tantos átomos que, para contá-los, à rapidez de 1 bilhão por segundo, levaríamos mas de 50 séculos.(Frei Betto) Se na cabeça de um alfinete há mais elétrons do que estrelas em todo o Universo. Se respiramos elétrons de Ramsés II e de Buda, de César e de Jesus, de Nero e de Torquemada, de Gandhi e de Hitler; então, a vida é ou não é eterna? Só espero não respirar os elétrons da velhice. Sabemos que a cada esquina vendem-se elixir pra juventude. Mas vamos encontrá-los em Jesus: "Eu vim para que os homens tenham a vida e a tenham em abundância". João 10:10. Um abraço grande,

João Nelson
20.04.2009
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Prezada Lucinha,

Você tem q saber q agora é chique. Não é só Mandacaru. É a flor perfumada do Mandacaru.
Acabei de ler os recados enviados aí pro MURAL, e senti, que todos estão felizes por esta grande iniciativa do Blog,
na criação de mais um MURAL pra expressarmos os nossos sentimentos. Só precisamos ter cuidado com os fantasmas.
Lembrem-se do citadíssimo adágio espanhol, que diz: "yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay. Pois é,
deixemos os fantasmas do passado.
Saudações:

Caliel
20.04.2009
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Prezados Amigos:
Parabéns por mais este meio de comunicação. Bom Conselho merece!.
Abraços

Gildo
20.04.2009
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Prezados Amigos:

Li toda a ata da reunião da CIT, que versou sobre a censura à Lucinha Peixoto. E que, em boa hora, criou o Mural da CIT. Como a vida continua, a minha admiração pela Lucinha, continua crescente. Quanto às razões do Saulo, nesse episódio, só ele deve saber. Mas, para mim, uma coisa é quase certa: ele, o Saulo, recebeu pressões para interferir naquela discussão. Assim, não o censuro por isso. O que pedi naquele dia em que os recados saíram do Mural de BC, foi que ele mantivesse a Lucinha. Porque, no seu estilo mandacaru, a Lucinha não espeta ninguém. E diz as coisas com graça. Mesmo indo direto ao assunto e dando o seu recadinho. É assim que eu a vejo. Como vocês devem ter notado, depois daquelas escaramuças, já andei fuçando no Mural. Mas não no estilo trator. Usei o estilo bicicleta, que pode cair na primeira esquina. Mas isso não me preocupa. Se eu escrever no estilo bicicleta e desagradar, deixo a critério de quem administra o Mural, retirar ou não. Isso não vai me incomodar.

E me diverti com a história do Zé Andando ou Zezinho. Também com Caetés. Fiquei com vontade de conhecer Caetés, terra do Lula. Mas só vou conhecer Caetés, se o Zé Andando, lá estiver. E só irei juntamente com o seu filho mais ilustre, ou seja, o nosso presidente Lula. Nesse dia serei importante. Posso até receber uma homenagem da Câmara de Vereadores. Quem sabe, não receberei o título de filho adotivo daquela terra? Pois, tudo que sei dela, é que fica na reta de Garanhuns a Buíque. Tenho dito. - Abraço,

José Fernandes Costa.
20.04.2009

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Eita reunião maravilhosa!!! Dizem q cada cabeça é uma sentença. Mas aí no CIT, formam uma cabeça só.
É o lema dos Mosqueteiros: "Todos por um e um por todos".
Parabéns pela atitude q tomaram e ter Lucinha (a minha florzinha de Mandacaru) a frente do MURAL.
Saudações:

Maria Caliel

20.04.2009

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É emocionante escrever no nosso mural pela primeira vez. Por muito tempo tenho a chance de ficar curada da Síndrome dos Mil Toques (SMT). Mas, foi um excelente aprendizado para mim: a prolixidade em pessoa. Vi que o Diretor Presidente decidiu publicar a ata da reunião que, parece, eu provoquei. Não digo que não voltarei ao assunto censura mas espero nunca mais perturbar o Mural do site de Bom Conselho.
E já vou falando de censura novamente, “arralá com os diaga” como dizia minha avó. Continuo lendo o site de Bom Conselho até quando me deixarem (sei lá nesse mundo eletrônico, podem proibir pelo nome ou e-mail). Senti falta do Andarilho no Mural. Durante a existência do mural eletrônico ele deve ter escrito uns 70% das postagens. A saudade apertou e eu fui na Coluna dele. Havia um artigo sobre o Mural da CIT que estava fora do ar, e alguns relacionados com o texto, resposta final do Alexandre Vieira. Hoje voltei lá e estes textos haviam desaparecidos. Me pergunto: por que? Caro Andarilho, se tivemos alguma coisa com o sumiço dos seus textos, foi só pelas nossas discordâncias, as quais ainda continuam. No entanto, se não foi você de livre e espontânea vontade que os tirou, então digo o que disse antes: Nossos textos (incluo aqui os de José Fernandes e seu Antônio), inclusive os que li recentemente na sua coluna, não eram motivo para nos censurar. Como disse ao seu Antônio, em texto censurado, aqui nós resolvemos as ofensas transformando bits em bytes (se o censor na entendeu, quis dizer: “transformando letras em palavras”). Você é chato mas, censura não. A não ser que você goste. Não voltarei ao mural do site, mas rezo ao nosso Deus, que sei que é o mesmo: “Censura nunca mais!”.

Lucinha Peixoto
20.04.2009

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caro amigo jose fernandes
fiquei muito feliz com o seu comentario a respeito da minha materia A RESPOSTA FINAL, eu acho que é por ai, nós não podemos ficar calado com as coisas errada, temos mesmos que falar, o ectoplasma, chegou no ponto que chegou devido a conivencia do dono do site(Saulo), e tambem com a conivencia de alguns literarios do mural, e por incrivel que pareça o ectoplasma já esta tomando conta da gazeta, esta é de lascar.

minha amiga aninha,
fico feliz de você ter si pronunciado sobre minha materia A RESPOSTA FINAL, é sempre um prazer ter você como leitora das minhas cronicas, temos um monte de cronicas novas para soltarmos logo, logo, um abraço do seu admirador e amigo

alexandre tenório
19.04.2009

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Em primeiro lugar comento sobre a sensação de vir ao nosso Mural. Quando falo nosso, não me refiro à CIT, mas a todos que se interessam pelas coisas relacionadas à nossa atividade e, principalmente, a Bom Conselho. Lucinha me falou que aprendeu a contar os toques, quando chegava a 900 a angústia era terrível. Aqui, fiquem a vontade. Entretanto, minha sensação é aquela de um anfitrião que deve tratar todos os hóspedes com todo o respeito e consideração. E isto sempre será feito aos participantes deste mural. Mas, adotamos o lema: discordância não é ofensa pessoal, nem falta de respeito.
Segundo, agradeço ao Felipe Alapenha seus comentários a uma das minhas crônicas, e aos elogios à nossa iniciativa de Mural, por outros muralistas.
Terceiro, em relação ao texto de Alexandre Vieira, devo dizer que eu também escrevo com um pseudônimo, igual O Andarilho o faz. Não vejo muito mal nisto. No entanto, desde o início, concordo com o Alexandre: O Andarilho não deveria fazer parte de Academia nenhuma nem virtual nem real. Mesmo neste Mural ele só participará se mandar e-mail, dizendo, e convencendo ao nosso Conselho Editorial, de quem ele seja como pessoa. Eu mesmo tive que mandar, e aqui na CIT todos sabem quem sou eu. Se Saulo tivesse exigido, eu teria lhe mandado um. Agora é passado. Devo continuar como pseudônimo mas, juro, não andarei por aí enviando bonequinho de Fantasma para me promover, como fez O Andarilho, nem nunca me candidatei a nenhuma Academia. Não passo de um escritor de Blog. E se quantidade de textos fosse sinônimo de qualidade literária O Andarilho já estaria na Academia Brasileira de Letras.
Quarto, sou de Bom Conselho, tenho entre 55 e 65 anos, não sou Zé Carlos, sou Sport e não tenho uma nega chamada Tereza, ainda, sou solteiro.
Quinto, talvez na próxima semana esteja pronta a transcrição da gravação da reunião de nossa reunião, onde foi decido criar o nosso Mural. Espero que melhoremos em relação ao PT, e eu não tenha de convocar uma reunião, para marcar outra reunião, para publicar esta transcrição. Ela esclarecerá certas coisas. Mas, seguindo nossas regras, e apesar de ser responsável pelo que aqui escrevo, tive que submeter esta nota ao nosso Conselho Editorial. Vamos virar o Partido Comunista.

Diretor Presidente
18.04.2009
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Meu Caro Felipe Alapenha,

Fico muito AGRADECIDO pelas suas palavras sobre o meu comentário, que acrescentou algo ao Dia Internacional da Mulher. A história das MULHERES, foi e é feita de muitas lutas, para que elas chegassem às conquistas. Graças às abnegadas, no meio DELAS, que contaram com a ajuda de alguns poucos homens, as MULHERES estão alcançando o que merecem, SEM NENHUM favor!

Continuo incentivando você a escrever. Como você deve saber, tem bons médicos que são bons escritores. Por isso, existe a Associação dos Médicos Escritores, aqui em Recife.

Salvo engano, e como digo sempre, eu vivo salvoenganando-me, o nome da associação é esse mesmo.

Forte abraço, José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br

18.04.2009

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Estive um pouco ausente do blog por algumas semanas, devido ao feriado e às obrigações, e quando retorno encontro um monte de novidades! Parabéns para idéia do mural, e mais uma vez parabéns pelos textos publicados. Estive me atualizando nas postagens e finalmente consegui ler todas, muito boas, como sempre. Gostaria de destacar 3 delas:

1) MINHA EXPERIÊNCIA COMO APÓSTOLO, de Gildo Póvoas:
Já estava sentindo saudades desse tipo de texto! Gosto dos momentos de saudosismo do blog, apesar de não ter tido o privilégio de viver nesta época. O Gildo, além de proporcionar um texto de uma qualidade e narrativa excelente, resgata o passado. Um texto digno de ser guardado, pois preserva a mémoria dos costumes passados na nossa cidade. ri bastante com algumas passagens!

2) DIA INTERNACIONAL DA MULHER - COMPLEMENTO 2, do José Fernandes Costa:
Mais uma vez nos proporcionando um banho de cultura com os seus conhecimentos sobre a história do dia da mulher. E além disso, muito esclarecedor pra mim. Mesmo estudando na instituição, confesso que não sabia dos bastidores dessa história que já deu tanto o que falar, sobre o bispo e o aborto.

3) PADRE ALFREDO, AS LARANJAS E OUTRAS LEMBRANÇAS, do Diretor Presidente:
Apesar de incluir aqui nos meus comentários, este mais uma vez dispensa comentários! Fenomenal, como já me referi naquela primeira vez...

Felipe Alapenha
17.04.2009
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Queridos!!!
Estou escrevendo para dar um aloooô, para a CIT, para meus amigos e também meus leitores. Sempre é bom ter mais um meio de falas e trocas de idéias ou............ideais.
Parabéns por mais esse feito.
Li o recado do Alexandre Tenório. Toda questão tem dois lados. Existe a defesa e o outro lado, a acusação. O Alexandre não deixa de ter sua razão.........
Fernando Pessoa era muitos, mas........
Bjussssssssss

Ana Luna
17.04.2009

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Depois da Tempestade...


A nossa certeza, é que tudo passa. Fiquei feliz pelo convite em participar do Blog da CIT. Por isso estou aqui, muito vaidosa, sabendo que o convite foi de coração. A inauguração do MURAL, foi de grande necessidade pra todos nós. PARABÉNS

Maria Caliel de Siqueira

16.04.2009

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Prezados Amigos:

Muito oportunas, coerentes e necessárias, as palavras do Alexandre Tenório Vieira. É muito desvantajoso travarmos um debate com um fantasma. De fantasmas, eu nada entendo. Mas pressuponho que um fantasma só nos pode trazer assombrações. No mínimo, nos trará prejuízos. E numa academia, a coisa me parece impossível. Como convidar um fantasma para compor uma mesa, em determinada solenidade? Aliás, convidar não seria o mais difícial. O mais difícil, creio, seria o fantasma sentar-se à mesa, participar dos debates, ser homenageado, fazer agradecimentos etc., tudo isso sem se identificar, nem se apresentar de corpo inteiro, com a cara lavada e a alma limpa. Abraços,

José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br

16.04.2009

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RESPOSTA FINAL

Amigo Saulo quero deixar bem claro mais uma vez a minha posição em relação ao fantasma, em momento algum eu fui contra este ectoplasma, em suas intervenções no site, o que eu questionei e questiono é que um fantasma não pode fazer parte de uma academia, seja ela virtual ou não, que ele tenha sua coluna no site tudo bem, mais que seja fora da academia, pois fica difícil eu debater uma idéia com alguém que eu não sei quem é, que eu não tenho como atingi-lo, e ele sabe como mim atingir, pois ele sabe quem eu sou, é como se ele estivesse no alto de uma montanha protegido por pedra e eu estivesse embaixo desprotegido em campo aberto, eu seria facilmente um alvo para ele.
Você mim conhece desde criança e sabe que eu nunca abri uma parada seja ela literária ou não, eu tenho argumento e tenho cultura suficiente para debater qualquer assunto com quem quer que seja, agora eu não tenho a mínima possibilidade de debater com alguém que eu não sei quem é, isto fica difícil de entrar num embate.
Você Saulo recebeu um i-mail meu a uns 60 dias atrás, dizendo que iria voltar a ter minha coluna no site, pois tenho recebido inúmeros i-mail pedindo o meu retorno ao site, neste i-mail eu impus duas condições a você:
1-a coluna ensaio geral iria ficar a parte da academia enquanto o fantasma estivesse na academia, quando ele se revelasse quem era, ai eu iria para a academia, enquanto não, eu iria ficar com minha coluna em um lugar que não a academia.
2-o fantasma ficava proibido de dar algum palpite sobre a minha coluna e os meus escritos, assim como eu não mim referiria a ele, pois o mesmo é um fantasma e nós não tínhamos o que falar de um fantasma.
Infelizmente você não deu a menor satisfação a minha pessoa, eu mandei dois i-mail e nunca você deu o retorno, ou seja, não queria a figura incômoda que eu sou.
Para não deixar os meus leitores e amigos privados por mais tempo das minhas crônicas, resolvi publica-las através da CIT, no qual fui muito bem recebido e embora não tendo o alcance que o site tem, é por ela que as nossas crônicas vão continuar a serem publicadas.


Alexandre Tenório Vieira

14.04.2009

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