segunda-feira, 4 de maio de 2009

MULHERES MARAVILHOSAS (DIA DAS MÃES)


A mulher é a maior operadora do amor, é o ser mais conhecedor de tal sentimento. Ela detém o privilégio da maternidade. Guarda, nas entranhas, a dedicação, o carinho, o afeto e a proteção. Pelos filhos, vive, mata e morre. Ao ser mãe e sentir o sugar do leite pelo filho que amamenta, sua natureza se completa. É um ente sublime, com imenso coração, cheio de bondade. A mulher se concentra muito no ato de amamentar. E, com isso, sente-se muito recompensada

Sem a mulher, a sociedade humana não pode existir, nem se perpetuar. O homem não pode prescindir da presença feminina no seu dia-a-dia. Na solidão edênica do homem, Deus reconheceu a importância da criação dessa metade que lhe faltava: a companheira amorosa de todas as horas: a mãe, esposa, amiga enfim a mulher.

Apesar de ser imprescindível em qualquer momento ou circunstância da vida, a mulher sofreu a discriminação e a injustiça dos homens desde os primórdios. O imensurável valor carregado consigo deu margem a várias e várias histórias. Porém, conforme está escrito na própria Bíblia, Adão, o primeiro homem criado pelo Senhor, foi tentado por Eva, originada de uma de suas costelas. A tentação consistia em provar do fruto proibido.

Que poder tremendo teria a mulher para conseguir, por seus encantos, desviar para o pecado até mesmo o homem maximamente satisfeito! Tanto que Adão não resistiu à tentação. A partir daí, a espécie humana começou a crescer e se multiplicar. Eis que predominou a força dos encantos da mulher. Há quem diga que Adão foi fraco. Prefiro dizer que ele foi inteligente.

Vale perguntar, neste ponto, qual a mácula na sexualidade e sensualidade femininas? Se os homens não têm como resistir a esses encantos, não podem imputar à mulher a fraqueza inerente a eles. Aqui, o mito do sexo frágil cai por terra. Onde está o pecado, se o Altíssimo entregou à mulher a maior virtude, que é o amor?

Afora todas as adversidades pelas quais passaram (muitas e muitas ainda passam) mesmo assim, as mulheres souberam lutar para conquistar o seu espaço. Elas não podem, nem querem mais negligenciar o saber, a cultura, o trabalho em qualquer área.A mulher sabe contornar as situações. Falta-lhe, entretanto, maior solidariedade e união entre as iguais, para obter mais direitos a cada dia.

Posto isso, sejamos mães, lindas e maravilhosas, sem perdemos a ternura, a coragem, dignidade, a maturidade e a compreensão. E, com maior relevância, o sublime dom da maternidade. Ir à luta - sozinha ou ao lado do companheiro- não implica abrir mão da nossa feminilidade, sensibilidade e criatividade. Nem tanto à Amélia, nem tanto à Lucrécia Borges. Sejamos nós mesmas com orgulho de sermos o que somos e do quanto representamos neste mundo de meu Deus.
Ao meu leitor, um grande abraço.

Maria Caliel de Siqueira

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