quinta-feira, 4 de junho de 2009

O PODER QUE O AMOR TEM



Muito já se falou sobre o poder do amor, e muito ainda há o que se falar. O amor todos nós conhecemos, mas o sentimento do amor esse bem poucos conhecem. O sentimento do amor nos motiva, nos move, comove e locomove, levando-nos de uma ponta a outra da nossa existência. É ele quem nos anima e nos entristece; é ele quem nos faz ver que vale a pena viver e continuar lutando por aquilo que acreditamos. Acreditar no amor, ah, isso já é outra coisa! Mas, quem não gosta de estar amando?
A falta de um amor pode tornar a vida sem sentido. Pode nos lançar para o anonimato, para a sensação de não pertencer ao grupo em que escolhemos viver. Quando não estamos amando é como se faltasse alguma coisa. Algo fica incompleto. Pode também trazer a sensação de isolamento, de não termos sido capazes de “conquistar” alguém que nos encha de carinho e felicidade. E nos preencha a alma de sensação de pertencermos às mais altas vibrações do Universo.
Ah, o amor...!!!
E, quando este amor é idealizado, como nos romances, e não acontece, a sensação pode ser a de derrota emocional por não termos sido capazes de realizar aquele filme de paixão,onde a imagem de um final feliz aparece sempre a cores, revelada numa montanha de latinhas amarradas no pára-choque do carro dos noivos.
Tão bom estar amando!!!
Quando a pessoa está amando, a condição humana dela passa a ser uma condição divina e parece mesmo que está sempre acompanhada por anjos. Tudo está bem!. A convivência com os semelhantes fica mais fácil, suportar os problemas inerentes à nossa caminhada parece que fica mais leve. Não concorda comigo?
Ah, o amor!
Naturalmente que o grande desafio que viemos enfrentar nesta experiência planetária é antes de tudo amarmos a nós mesmo tanto e tanto que o amor escorre pelas nossas células e se identifica com outros amores que vamos encontrando pela nossa caminhada.
O amor está no ar!
E ele sempre esteve no ar todo este tempo, mas cabe a cada um aprender a captá-lo por intermédio do grande jogo das freqüências. E de acordo com a freqüência que estiver vibrando será a sua atração ao amor que trará à sua vida. O amor está, sempre esteve e sempre estará no ar.
Este é o tempo de colheita e prática. Estamos vivendo uma nova fase do amor – consciente, vivido, revivido, buscado, explorado, descoberto ou redescoberto, do amor que está no ar, na Terra, na ação. O amor não se esconde, o amor se expande, irradia. Circular na freqüência do amor é andar, transitar, navegar, amar, sentir – é tudo se permitir.
Ele está no ar e é o conhecimento de si próprio de uma forma muito profunda: uns conhecimentos energéticos, espirituais e físicos. Precisa ser expandido, expressado, irradiado e transmitido para todas as pessoas, seres, a natureza, esse mundo, às vezes, triste, para que, com nosso amor, cada sentimento, cada olhar, cada alegria ou cada sorriso seja uma expressão que o coração exercita a cada dia.
Libertar a mente, deixar o amor fluir no seu corpo, libertar as emoções, quebrar os preconceitos e se abrir. Mas, principalmente, não esquecer de encontrar as chaves do coração. Porque ele é o centro de tudo. Nele está contido o grande código da vida, o código do amor. Esta é a frequência que devemos vibrar - que vai contaminar cada um de nós, para, que, um dia a Terra também possa navegar na freqüência do amor.

Gildo Póvoas

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(*) Fotos da Internet.

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