sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

NO TEMPO DA COMPREENSÃO

Adoro as pessoas.

Crescer com elas.
Há sempre algo a se aprender.
Na maturidade podemos observar mais.
Ponderar mais. Discernir mais .
Parar e refletir.
Conhece a Valdete Cordeiro? Eu também não!
Mas.....Aprendi com ela.
Sei quem ela é o que faz.
Vi em um documentário.
Fundou o grupo, “ Meninas de Sinhá", de Belo Horizonte.
Êta mineirinha danada...
Vou comer mais queijo...
Dona Valdete emocionou a todos narrando como nasceu o grupo.
Vejam notícia:
“As meninas de Sinhá visitaram o coral da lavadeiras”.
Os dois grupos têm muito em comum: são mulheres que souberam dar uma guinada no destino individual a partir de ações coletivas, fazenda da expressão artística um caminho para a vida. A maioria delas está na chamada "terceira idade" e construíram uma ponte para a saúde, auto-estima e inclusão social através da arte popular, expressa em cantigas, rodas e batuques.
Mulheres negras, idosas e pobres que tinham tudo para viver uma realidade de opressão, machismo e exclusão social. Ao contrário, elas conseguiram resgatar a dignidade com música e dança. Essas são as Meninas de Sinhá, um grupo de 50 mulheres de três bairros da periferia de Belo Horizonte (MG), que há quase 20 anos canta cirandas, cantigas de roda e faz brincadeiras infantis para recuperar a auto-estima.
O grupo surgiu em 1989 a partir de reuniões que discutiam problemas familiares em um hospital público da cidade. As Meninas têm entre 42 e 89 anos, mas “muita disposição para cantar e dançar”, diz a fundadora do grupo, Valdete Cordeiro. Ela tem 68 anos, quatro filhos e 18 netos. “Resgatamos a infância com o grupo. Formamos a roda de ciranda e as mulheres que passam por problemas em casa, que são tímidas ou se sentem humilhadas por diferentes agressões no dia-a-dia aprendem a contar umas com as outras”, assinala a fundadora.
E que competência!!!! Quem diria! Dona Valdete entende tudo do ser humano, corpo, psique e espírito!! Tem mais, veja,
"As Meninas tiveram um início conturbado. “Vendo a depressão das mulheres que procuravam o hospital de Alto Vera Cruz, em 1989, vítimas de machismo em casa ou no trabalho, notei que o tratamento dado pelos médicos não era suficiente. Eles receitavam anti -depressivos, mas não ouviam os problemas delas”, afirma Valdete, que é funcionária pública em um programa para jovens e adolescentes de Belo Horizonte."
Naquele ano, a funcionária pública formou um grupo para debater problemas familiares e aplacar a solidão e angústia daquelas mulheres. Verificou que as conversas não evoluíam, mas que as aulas de Expressão Corporal que ela realizava semanalmente poderiam ser adaptadas para brincadeiras de infância e levadas para as mulheres. Nascia o grupo.
Se você interessou pelas “Meninas de Sinhá”, de Belo Horizonte, pode escrever para a representante delas:
Tatiana , no endereço eletrônico
:
tatiana@duo.inf.br.

No tempo da compreensão, é esse o tempo que estamos passando, entrando ou completamente atolados nele. Essas pessoas, suas estórias são simplesmente encantadoras. Pessoas boas o são.
Mais que isso, incentivadoras.
Como precisamos de incentivo!!!
Desde a tenra idade até nosso findar....
Incentivo é tudo!!!
Lembra do momento de ensinar o filho a andar de bicileta?
- Vai filho!!!
Lembra daquele campeonato de natação?
- Vai filho, você consegue!
Você consegue sim. Você consegue tudo.
Lembro quando eu incentivava minha mãe já velhinha e doente e ela me agradecia com aquele sorrisinho doce que as mães têm... E comia, caminhava, fazia os exercícios, lutava pela vida!
Incentivo.
Cada um fazendo a sua parte, conseguiremos sim um lar melhor, uma escola, uma vizinhança, um bairro, um planeta melhores!!!
O nosso grupo "Uvapassa" também tem o propósito da alegria, do otimismo, bem estar...
Ter sucesso é realizar algo e temos a certeza que a resposta será assim.
Você critica mais que elogia?
Você é um incentivo para alguém?
Mire-se,olhe à sua volta e ouse também.
Da vida não se leva nada...
Mas pode se deixar...

Um Santo Natal!!!!
Um 2010 DEZ .
Bjussssss

Ana Luna - anammluna@yahoo.com.br

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