terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O 10º Encontro - Profano e Sagrado



Antes de começar a escrever sobre fatos e fotos do Encontro, devo comentar sobre algumas fotos que mostram uma solenidade de entrega de títulos de cidadãos honorários de Bom Conselho. Pensei, tenho que ver estas fotos só para ver que modelo a minha amiga Ana Luna está usando para receber o seu título. Percorri de alto a baixo as fotos, e nada da Ana, apesar da elegância de outras presentes como nosso deputada Jacilda Urquiza, entre outras. Parece que ainda não foi desta vez que nossos edis despertaram, para homenagear esta bom-conselhense de coração.

Tive uma raiva danada do José Andando por ter insinuado minha idade em um seu artigo recente (http://www.citltda.com/2010/01/o-apedeuta.html), e respondo à altura: “Quem tem 16 às avessas é a sua santa mãezinha!!!”. Mas, numa coisa ele está certo, sou uma “marinete”, e o PV de Bom Conselho que me aguarde. O caso de Ana Luna só me incentiva a ser uma vereadora, e com a Marina na presidência, te cuida câmara de papacaça, uma vaga é minha.

Li hoje no Mural uma proposta do Zé Arnaldo, que ele diz ser uma proposta “dantista”, e eu diria que é uma proposta “dantesca”, mudar o nome de Bom Conselho para Dantas Barreto. O Diretor Presidente, ainda tem dúvidas e quer fazer uma enquete. Prá mim, o Dantas Barreto é a treva!!!

Voltemos sem demora à festa e seus encantos. O Diretor presidente diz, abrindo com a alegria inicial:

- Primeira foto, e quem vejo? O Dilermando filho de seu Waldemar. Lembro do “dedinho” como se fosse ontem, e não dar para confundir. É a cara do pai. Lembro que havia uma calçada alta no Ginásio, para o lado da quadra. Era uma altura razoável, mas a diversão do Dilermando, fazendo seu Waldemar perder os cabelos, era fazer carreira e pular da calçada em baixo. Eu nunca tive coragem de fazer isso. Parece muito mais jovem do que eu, mas temos quase a mesma idade. Foi um bom começo.

Eu vi um jovem que parece o Bastinho, mas Bastinho não tem bigode, se ele quer ser um sósia do Roberto Carlos, não pode ter bigode. Estava com uma jovem bonita a seu lado, para mim desconhecida. Será o Zé Oião? Pode ser, plástica hoje tem em todo canto. Ninguém identificou. Da Hildete e da outra filha de seu Waldemar eu lembrei, mas não me lembro o nome, de primeira pensei que a Hildete fosse a Tereza Benjoíno, estava numa elegância incrível, com seu “modelito matador”.

As fotos foram passando e passando e nós boquiabertos pela ausência de pessoas conhecidas. Não temos ido muito a nossa terra e além disso, todo ano completamos ano, infelizmente, ficamos mais idosos. Eu mesma já esqueci a data do meu aniversário, e quando alguma amiga recalcitrante liga, eu desconverso, falando do tempo.

O Jameson com o olho esbugalhado diz, “pera” aí, “pera” aí, este aí eu conheço. É o Josenildo irmão de Ana Luna, não é? O Diretor Presidente anui com a cabeça. Ou será o Zelito? Agora estou em dúvida. Como tá velho o cara! Passa!

Encontrei novamente o Beto Guerra. Agora ao seu natural, com um copo de água mineral na mão. Ao seu lado, ai que inveja, a Zezé, como está bonita! Penso ser o Amauri que estava com eles. Lembro dele também embora mais do Beto, da quadra de voleibol, só como observadora. Lembrando quadra, voleibol, lembrei Juanita e quem vejo? Dona Josemir Torres, minha professora. Meu Deus preciso ir ao Encontro para ver o que este povo faz para ficar jovem e bonito.

Revi o Roberto, agora ao lado de sua linda esposa, de ar meigo e oriental. Vi alguém parecido com o Zé Matos, meu colega de turma. Será que era ele ou algum outro dos seus muitos irmãos. Gervásio não era, pois o vejo de vez em quando nos jornais, e já está prá lá de careca. Pode ser o Juraci, ou o Zé Milton? De qualquer um, vale a pena a lembrança. O Jameson dá um berro: “Olha o Zé Piulinha!!! Com aquela barriga, só pode está rico. Dizem que é um médico de primeira.” Eu grito: “Este é o Quirino. Está com um ar tão triste." Pelas fotos, até agora, a festa tá de primeira. Mas vamos prá frente. Vi o Etiene, nosso imortal, e que é o único, não só no mundo, mas também na Bahia, a achar que o O Andarilho é um bom poeta. Mas a arte tem seus mistérios.

Neste primeiro dia do Encontro só tenho a comentar mais uma presença nas fotos: A de Saulo e uma mulher, bela mulher, que penso ser sua esposa. Não conheço pessoalmente o Saulo, mas só tenho a agradecer a ele pelo conjunto da obra. Não podemos exigir que ele, além de ser um bom “web designer”, seja também jornalista e nos brinde com as palavras, estas eu cobro do Luiz Clério e do Jodeval, com o prometido Blog da Gazeta ou Gazeta On Line. Saulo, parabéns pelo trabalho.

O pessoal já quer ir direto para o segundo dia mas, eu não abro mão. Vamos ver as fotos da missa celebrada em nossa linda matriz pelo Padre Nelson, de autoria de nossa Niedja Camboim. Ah, como me senti mal por não estar “in loco” para acompanhar tudo. Não resisti, e o Jameson e o Diretor Presidente marejaram os olhos ao ver três pessoas: Zé Basílio, Dária e Tonho do Foto. Cada um deles teve e tem seu papel em nossa cidade, que no Encontro também é lembrança. E, para não dizer que só falei de flores, eu, como católica, proponho, e se não me falha a memória já fiz isto antes, que haja, não só uma missa, mas, um culto mais ecumênico, mesmo que seja para que algum descendente de Seu Genésio, compareça sem ferir susceptibilidades. O DP grita lá, já saindo, “e porque não do Diógenes Torres”?

Antes de terminar e tentando evitar que minha “gafe” aumente de tamanho devo dizer que reconheci o Zé Oião na missa, e ele não fez plástica com eu, perdoe-me Zé, insinuei acima. Então aquele jovem não é o Zé, com plástica. Seria o Bastinho?

Lucinha Peixoto (e a turma de Belém) – lucinhapeixoto@citltda.com

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