sábado, 27 de fevereiro de 2010

SALPICOS!




Amigos (as),

Primeiramente, agradeço aos que fazem o Blog da CIT, por acolher os pedidos desse escriba de meia tigela. Os pedidos são sempre para que a CIT publique os rabiscos do escrevinhador mal-acostumado.

Segundamente (lembrando Odorico Paraguaçu, sem rima rica). Segundamente, repito, dou as boas-vindas e também as boas-voltas ao pessoal que estava em Belém (porque voltou pra Recife) . Por outro lado (lá vem o defunto Carlos Lacerda) pelas palavras do Diretor Presidente, entendi que ele deixou o Cleómenes lá, só de propósito, por ele ser ateu. O DP quer é que o Cleómenes faça greve de fome, morra e vá para o andar de baixo, como fez o Zapata, lá na Cuba do grande Fidel. De minha parte, quero que o Fidel e o Cleómenes vivam mais 200 anos, cada um.

Agora, o que pegou mal nas palavras do Diretor Presidente, foi "discutir relação" e misturar com abstinência e dotes digitais! Que relação, que abstinência e que dotes digitais? É preciso ser mais preciso, tá, cara? Mas eles estavam tão à vontade pra "discutir relação", que resolveram sentar na mesa pessoalmente (sic)! - Agora, peço licença pra discordar dessa de "nossos péssimos escritores!" - Alto lá! Ao menos, houvesse posto entre aspas. Onde estão os escritores da CIT, que não reagem? Cadê a Lucinha, a nossa colunista social? Cadê? Quero que os escritores, funcionários da CIT, mandem os seus bons escritos para o Saulo publicar no portal de Bom Conselho!

Se o Saulo não tiver espaço para tantas peças, eu lhe peço que publique na coluna, que ele, cortesmente, cedeu a mim. A coluna é do Saulo. Mas, como eu sou fiel depositário dela, se ele concordar, eu concordo que os funcionários escritores da CIT, publiquem seus trabalhos nela, assinando o nome de cada um que escreva, claro. Se assim não fosse, eu já seria um depositário infiel. E ser depositário infiel, dá cadeia, na lei civil. E eu tenho medo de cadeia. Quem se sente bem em cadeia é o Zé Roberto Arruda e a gangue que o acompanha, lá em Brasília. Mas já comecei a tergiversar. Por isso, é bom concluir, pra não dizer mais besteiras!

E aquele "tá, cara?", lá em cima, faz-me lembrar do finado Jânio Quadros que, ao renunciar à presidência da República do Brasil, concedeu entrevista a um montão de jornalistas chatos e repórteres metidos. O Jânio era meio abusado. Então, lá para as tantas, uma mocinha, de certo jornal, saiu-se conta esta: "Presidente, por que você renunciou à presidência?". O Jânio não gostou do tratamento de você, para um sujeito culto, passado na casca do angico e que acabara de deixar a presidência da República. Então, disse o Jânio para a reportinha: "Minha filha, intimidades geram filhos ou problemas!" A pobrezita repórter, se calló! Todavia, se fosse o rei Juan Carlos, da Espanha, teria dito para a reportinha: "Por qué ¿no te callas?" - É ISSO./.

José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br
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Caros Amigos,

Aproveito o escrito do José Fernandes, e o agradeço por isso, para me desculpar com os colegas por tê-los chamados de “péssimos escritores”, sem aspas. Já recebi várias e merecidas pauladas por ter assim me expressado. Lucinha me disse: “...seu besta! Quem é, não quer ser só!” O José Andando de Costas, que tem um rigor linguístico tão grande quanto o do José Fernandes (apesar de discordarem na reforma, mas concordarem quanto ao Lula, pelo menos até a morte de Zapata), me disse: “Se você se sentar na mesa pode quebrar os pés delas, tenha cuidado...” e, mais cuidado ainda com o pleonasmo, pois você só pode sentar à mesa “pessoalmente”. Eu ainda quis tergiversar dizendo que coloquei “pessoalmente” porque, depois que em reunião na A Gazeta nos tacharam de fantasmas, poderíamos estar sentados “espiritualmente”, mas, devo reconhecer, os professores, os dois “josés”, estão certos. Ponho minha viola no saco.

Não posso concordar é com a acusação de que deixei o Cleómenes lá de propósito, isto não procede. Ele ficou porque que é um mercenário e correu para melhor oferta de salário. A questão de ateísmo se pesou foi ao contrário. Em Bom Conselho tem tanto beato, que as vezes nem a beata Lucinha aguenta, é preciso chamar um ateu.
Quanto à “discussão da relação”, todo dia nos reunimos, num lugar ou noutro para trocarmos ideias e tudo está sendo muito proveitoso. Ainda não decidimos nada em definitivo, como diz o Galvão Bueno, mas já temos várias coisas alinhavadas e em estado avançado. Uma delas é fazer um concurso público para ampliar nossos quadros de funcionários. Isto está muito ligado ao que o amigo José Fernandes falou sobre a necessidade de ser mais preciso sobre as crises de abstinência na ausência dos nossos escritores.

Normalmente as empresas privadas não fazem concurso público, mas pelo e-mail recebido do Alexandre, ficamos sabendo que já nos tornamos há muito tempo, uma empresa de utilidade pública. Chegou-nos aos ouvidos a estória de um bom-conselhense do Rio de Janeiro, que teve uma crise de abstinência, na semana passada, por não poder ler coisas novas no Blog da CIT, que tomou uma medida extrema, tentou o suicídio, ficando em pé na Praça Saens Pena na Tijuca por um dia inteiro, esperando que uma bala perdida fizesse o serviço por ele. Para sorte dele, neste dia os traficantes estavam numa convenção no Morro de Santa Marta. Quando soube disso, telefonei a todos implorando que escrevessem qualquer coisa, o Zezinho colaborou, e eu também o farei. Dizem que ele só desistiu mesmo do ato insano depois de ler a bela poesia escrita pelo amigo José Fernandes.

Sabendo da mensagem do José Fernandes, e que iria respondê-la e colocá-la como postagem, Lucinha Peixoto, pede para agradecer a ele (e diz que quando tiver mais descansada escreverá alguma coisa para esclarecer) pela lembrança, e agradece ainda mais pelo oferecimento da sua coluna para que ela escreva. Ela disse também que, depois vai pedir para usar a última poesia na campanha de Marina Silva, pois se a mãe de Marina Silva se chamasse Sarah e o pai Tarciso, ninguém poderia negar que a poesia foi feita para ela. Por isso a poesia é universal como a beleza.

Termino agradecendo mais uma vez ao nosso bardo José Fernandes, e espero que ele não se importe pela publicação nesta forma de postagem. Confesso que, de vez em quando, eu queria usar Zé ao invés de José Fernandes, mas não quero ter "filhos" nem "problemas" com o nosso amigo e colaborador. Mantive o título que ele colocou como assunto no e-mail, por achar muito apropriado, inclusive para o que eu escrevo.

Diretor Presidentediretorpresidente@citltda.com

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