quinta-feira, 3 de junho de 2010

Se não foi "Barriga" então foi "Lambança"



Acabei de escrever um comentário no Blog do Roberto Almeida, que não sei se vai ser publicado ou não, com o seguinte teor:

“Caro Roberto Almeida,

Realmente seria muito ingênua se quisesse fazer vocês de bobos. Talvez tenha querido chamar vocês de “barrigudos”. Mas, justiça seja feita, o maior “barrigudo” foi o Inaldo Sampaio, que, segundo você: “Os blogs todos saíram na frente, frisando que tudo começou com Inaldo Sampaio.” Os outros citados por você só fizeram a “barriga” crescer, e se não fosse a Nota Oficial da Prefeita, que vocês deveriam ter esperado, ou, pelo menos, dizer que aguardavam sua manifestação, todos já teriam parido um rebento feio e remelento.
Meu artigo, ingenuamente como você diz, não quer chamar nossa prefeita de mentirosa, quando ela diz que “NUNCA HOUVE A POSSIBILIDADE DE RENÚNCIA”, e duvidar de uma frase citada pelo “barrigudo-mor” Inaldo pelo marido da prefeita. No mínimo ele deveria ter informado quem disse isto, ou eu devo acreditar que isto foi dito a ele próprio pelo José Alípio? Eu respeito o sigilo das fontes, mesmo não sendo jornalista com 30 anos de estrada (mas com 50 que os leio), mas fontes também geram “barriga”, e me acredite caro amigo, não houve “renúncia da renúncia”, e sim “barriga da barriga”.
Um abraço

Lucinha Peixoto (Blog da CIT)”

Minutos após fazer isto fui na minha caixa-postal de mensagens e encontrei a seguinte, de autoria do nosso jornalista maior: Luis Clério.

Lucinha,

A verdadeira versão da história da renúncia, que para o bem de Bom Conselho, não se concretizou: A vice-prefeita Cleonides Tenório Cavalcante/Dida foi convidada por Zé Alípio, para uma reunião na sua residencia. O assunto: a renúncia de Judith. Mais tarde os secretários foram chamados e informados da decisão. Tentaram reverter a situação, mas não conseguiram. Então, como não poderia ser diferente, aproveitaram a presença de Dida e colocaram os cargos a sua disposição. Tudo acertado, o secretário de Administração ficou com a responsabilidade de providenciar a carta renúncia para encaminhamento à Câmara de Vereadores para que a posse acontecesse na sexta-feira, 04. É quando a notícia chega ao conhecimento da população e começam os questionamentos, as variadas versões e a satisfação de alguns segmentos oposicionistas.
Por volta das 19 horas a residência de Judith começa a ser invadida por amigos que foram tentar a última cartada. Lá já se encontrava o contador oficial da PMBC conversando particularmente com a gestora, finda a conversa ela vem ao encontro de todos, que de um em um se pronunciam pedindo para que não houvesse a renúncia e que ela poderia cuidar da saúde mesmo no poder. Todos os secretários, ocupantes do segundo escalão presentes, cinco vereadores de um total de nove; prefeito e vice de Terezinha. Com toda essa movimentação Judith e Zé Alípio atendiam ligações telefônicas com apelos para evitar a saída da prefeita. É quando finalmente ela concorda em permanecer no comando, com os nossos aplausos.
Da Nota Oficial que foi divulgada no dia seguinte, discordamos. A verdade poderia ter sido dita e acrescentar que a prefeita atendeu aos apelos do povo. Nunca a versão da Nota Oficial.
Lucinha, os blogs, neste caso divulgaram a verdade e Dr. José Alípio fez realmente a declaração.
Para o bem de Bom Conselho não haverá mudanças no Poder Executivo, até alguns oposicionistas pensam assim.
Abraços,

Luiz Clério”

Aí eu pergunto: E eu como é que fico? E respondo: Muito mal!!! Terrivelmente mal por ter acreditado numa nota oficial de nossa prefeita. O que me resta fazer tomando como a versão verdadeira esta do Luis Clério, na qual acredito, da mesma forma que acreditava na prefeita até minutos atrás? Pedir desculpas, imensas desculpas aos meus colegas blogueiros, tanto da CIT quanto os outros, principalmente ao Inaldo Sampaio, a quem chamei injustamente de “barrigudo-mor”, e hoje, ir me confessar por este pecado quase mortal. Verei se encontro o próprio D. Fernando Saburido, pois só ele terá poder para me perdoar.

Agora eu quero saber quem escreveu esta nota e qual a responsabilidade da prefeita neste episódio e qual o papel de seu marido e filhos no governo do povo. Se ela estava sabendo de tudo isto, o que houve foi uma verdadeira “lambança”, e nós mulheres e admiradoras da prefeita não merecíamos isto.

Desculpem-me todos pela minha ingenuidade, falada pelo Roberto Almeida, e agora comprovada. Eu fui levada a ficar de “barriga” e cometer uma “lambança” enorme. Perdão, senhor misericórdia!

Lucinha Peixotolucinhapeixoto@citltda.com

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