domingo, 4 de julho de 2010

PENSAMENTOS, PENSAMENTOS E, NADA MAIS.



Estou em terras sergipanas, na capital Aracaju, onde já estou a dois meses, servindo ao meu filho Rafael, fonoaudiólogo. Ele trabalha com crianças especiais e idosas. É especialista em linguagem.

Durante este período, acompanho-o nas suas visitas durante o dia nas clinicas especializada com estes pacientes formidáveis, que requerem de muito carinho e atenção bem como as pessoas idosas em seus leitos em suas casas.

Mas, a noite quando chegamos em casa, sento-me na varanda e vou conversar animadamente com o cão labrador Duval, que chega aos meus pés, com o seu pelo preto e lustroso pela luz que bilha no ambiente.

Muitas das vezes vou passear no calçadão da orla da praia de Atalaia e saborear a brisa do mar e de uma noite embelezada pela lua e estrelas no céu azulado. Saborear uma tapioca de coco ou um pastel com um caldo de cana esverdeado ou, mesmo, uma cervejinha geladíssima.

Este tempo de descanso corporal, mental e contemplativo é imperativo para compreender melhor a vida, a qual me assegura uma revisão no cotidiano do dia-a-dia. Nestes momentos elevo a minha mente para um assunto que todos já devem ter pensado, após uma vasculhada que eu faço no site de Bom Conselho e da CIT, antes de me recolher, e não encontro nenhuma citação sobre a ACADEMIA. Pensa, ele se esqueceu. Não mais escreveu sobre a criação da ACADEMIA BOMCONSELHENSE DE LETRAS – ABCL.

Claro! Realmente deixei passar este tempo para meditar sobre este relevante assunto, que eu acredito que seja de interesse da comunidade bom-conselhense.
Infelizmente neste devaneio noturno, pois, durante o dia não podia pensar, pelo serviço intenso que cumpria, chegava eu a uma conclusão simples e notória em uma noite de luar sergipano: NÃO HÁ NENHUM INTERESSE DA COMUNIDADE BOM-CONSELHENSE NA CRIAÇÃO DESTE ESPAÇO CULTURAL QUE É UMA ACADEMIA DE LETRAS EM SUA CIDADE.

Esta é uma pura realidade que tive depois de meditar com os meus “botões’. “Mas tem um ditado popular:” NEM TUDO ESTA PERDIDO”.

Plantamos a semente, estamos regando, mais ainda não brotou. Entendemos que com o passar do tempo, com certeza, não mais na nossa geração, mas na geração futura, apareça um bom-conselhense que encare e assuma esta idéia, pois onde estejamos louvaremos este momento a coragem que a nossa geração não demonstrou.

Finalmente, vou batendo as teclas do computador (antigamente máquina de datilografia) enquanto os dedos de nossas mãos puderem se mover, a fim de que nenhum bom-conselhense, no futuro, não venha a reclamar e dizer que não houve motivação ou incentivo para a criação de uma gloriosa ACADEMIA BOMCONSELHENSE DE
L ETRAS-ABCL
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José Antonio Taveira Belo / Zetinho - taveirabelo@hotmail.com

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