sexta-feira, 11 de março de 2011

E agora é pós-carnaval!!! Vem Marula por aí?



Ontem ao percorrer os Blogs vi a seguinte postagem no de Josias de Souza:

“Crise na Cultura é coisa ‘fabricada’, afirma a ministra

Em visita à Casa de Rui Barbosa, ‘ex-quase-futura-morada’ do companheiro sociólogo Emir Sader, Ana Hollanda disse meio dúzia de palavras sobre sua gestão na Cultura.

"Não vejo como crise”, disse ela sobre o alarido que a rodeia. “É parte do processo da cultura”.

Como assim? “Se você for olhar, o ministério sempre teve crise: a aceitação de um lado, a insatisfação do outro lado".

Para a ministra, a crise que lhe atribuem é “fabricada”. Mais um pouco e a ministra acaba dando pseudônimo aos bois.”

Lembrei de tantas coisas, que até me deu vontade de sentar e colocá-las para fora, teclando. Primeiro lembro que Ana Hollanda é irmã de Chico Buarque, um dos bons compositores do Brasil, apesar de escrever romances não tão bons, e se vangloriar com o Jabuti dos outros. Nem sei se ele já devolveu o prêmio Jabuti a quem merece. Todos sabem que a sua irmã, a Ana arranjou o emprego depois que ele disse que o Brasil agora fala duro com os Estados Unidos e não com o Paraguai. Apesar disto ser passado, e como, ela ainda continua com o emprego. E, Obama vem aí, o Obama vem aí, pa ra pa ra pa pa....

Depois de ser chamada de “autista” por um subordinado, ao invés de fazer um tratamento, resolveu demiti-lo. Nunca vi uma “autista” tão lúcida, pois o subordinado era o Emir Sader. Sim aquele mesmo, que quando vejo seu nome me lembro do Jodeval Duarte. Mas, se só fosse essa lembrança seria bom. O problema é que prometeram o Ministério da Cultura para ele e a Dilma, ao invés disto, colocou-o na Casa de Rui Barbosa. Estou gratificada porque parece que as mulheres deste país estão tomando tino.

Se o Rui Barbosa ainda mandasse na casa dele, talvez quisesse o Emir Sader para ser diarista. Sem dormir no trabalho, é claro, pois se ele dormisse um dia, no outro, a fila de cubanos procurando empregos com o Rui dobraria o quarteirão. Talvez o Emir seja hoje o único marxista vivo, que ainda acredita que se pode associar Marx com Lula, e quer conquistar adeptos para a nova seita “Marula”, que é uma mistura das teorias lulistas e marxistas. Agora ele irá desenvolver a nova teoria no local mais apropriado, a Fundação do Lula, a “Fulula”.

A ministra diz que não vê crise neste caso, e ela está certa. Crise fabricada não é crise, a não ser que seja na Líbia ou no Egito, que são crises virtuais. Como são virtuais a crise que vamos enfrentar se a Dilma não desencarnar logo do Lula (que ainda não desencarnou da presidência), e colocar um ponto final na gastança pública. Mas, ela sabe, e o Zezinho de Caetés também sabe e me disse: “Lucinha, a única coisa que pode competir com o Bolsa Família em termos eleitorais é a Inflação”.

Se eu tivesse o jeito petista de fazer política, eu diria, vamos gastar gente, vamos inflacionar o mercado, pois este é único jeito de tirar o PT do poder. Mas, feliz ou infelizmente, não sei agir assim. Faço oposição, mas com civilização.

Na última frase que o Josias de Souza escreveu ele usa uma palavra, pseudônimo, a qual, eu a lendo lembrei dos textos do Diretor Presidente, Zezinho de Caetés, e do meu discordante (figadal) político, o José Fernandes. Parando neste último, onde ele diz fazer algumas simples considerações, quase tudo sobre anonimato e pseudonimato, é que só agora eu sei porque escolheram aquela imagem (Dura Lex Sed Lex) para ilustrar seu texto. A tradução seria que “a lei é dura, mas é lei”, isto é, mesmo que a lei leve a penas duríssimas, ela deve ser aplicada. É muito difícil fugir disto, e penso ser o dever do Diretor Presidente ampliar o debate sobre o ponto.

Eu apenas diria que certas regras sobre o anonimato, neste mundo virtual, usam a frase mais ou menos assim: “Fajuta Lex non Lex”, ou seja, leis fajustas, injustas e até imorais tem que serem discutidas, criticadas até sua derrubadas. Mas, isto já não é de minha alçada. Os pseudonímicos são o Diretor Presidente e o Zezinho, eles que falem.

Lucinha Peixoto – lucinhapeixoto@citltda.com

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