quinta-feira, 19 de maio de 2011

A GAZETA 287 - Voltei, Bom Conselho!!!



Ontem recebi a A Gazeta 287 trazida pelo Zé Carlos. Ele vem logo perguntando quando é que vai sair a espinafração do Jodeval. Eu só respondo que isto depende dele e não de mim, pois se ele não fosse tão Dilmista eu nem o espinafraria. Ainda bem que ele é adepto da Rainha Dilma, mas é mais comedido do o Sr. Ccsta, quando se refere à Mamãe Juju, contra quem não tenho nada contra, embora não a coloque na mesma condição da Irmã Dulce, e tente beatificá-la.

Comecei a ler o Editorial e já senti uma nostalgia danada. O Jodeval começa a falar do PSD e da UDN, de moralidade e de coronéis, temas tão díspares. Repassa a história do Brasil contemporâneo, passa pelo regime militar dizendo que com ele a história piorou para Brogodó, e eu concordo em parte, desde que se diga, pelo menos evitamos, a duras penas, que este nosso amado país fosse cubanizado. Hoje estamos sendo venezuelizados, mas isto é outra história.

Mas, ele não deixa por menos. Parece até que acha que eu não sou ocupada, porque sabe que eu não posso deixar passar coisas como: “Pois não é que o PSD de hoje se propõe a não ser oposição nem apoiar a presidente Dilma? Como isso seria possível?”. Caro exímio jornalista, com os partidos que temos nesse país, tudo é possível. Ou você pensa que o PMDB apoia a Dilma? Veja a votação do código florestal. Estaria o PCdoB apoiando a Dilma ou aos ruralistas? Isto não só acontece com o “Kassabão”. Vai se passar brevemente com o partido do Conde Eduardo, quando se unir ao PSD para ser presidente, na tentativa de realizar o sonho (graças a Deus não atingido) de ser presidente, do seu avô, e também pelo PSD. Se você quiser um partido forte e coerente, caro Jodeval, entre na minha UDN (União dos Decepcionados Nacionais). Este sim é oposição ao poste e ao apedeuta doutor.

Ao passar para outros cantos da A Gazeta, pois senão vão dizer que eu estou implicando gratuitamente com o Jodeval, e eu juro pela Sagrada Família, que só implico quando tenho certeza de que ele é parcial em demasia, eu encontrei um texto meu publicado. E pasmem senhores, com chamada de primeira página. Nesta reunião de pauta, o Jodeval não deveria estar presente, e passou o meu artigo. Que bom!

Para ser educada, ética, estética e fugindo do meu estilo, para não ferir os olhos sensíveis de alguns do meus leitores, eu diria que fiquei mais alegre do que pinto em excremento. Sempre foi um prazer ser publicada na A Gazeta. Escrever em blogs não dá aquela sensação de perenidade para o que escrevemos. Talvez tenha sido por isso que o Luis Clério, homem em que a inteligência aumenta com a ausência de cabelos, não quis ainda entrar neste mundo digital e agora tem que lê o Zé Carlos e o Poeta falando da Mamãe Juju, com a velocidade da luz, que a internete nos permite.

Sem jocosidade, aí está a essência da imprensa escrita. Desde Gutemberg (o criador da imprensa e não o fundador do Facebook), nosso cérebro já ficou torto com os documentos, livros e escritos de papel. Destruimos muitas florestas para lermos e lermos. Ninguém se arrepende disto, e a leitura no papel ainda tem seu glamour. Talvez seja por isso que ainda sinto emoção em ver meus escritos publicados na A Gazeta, embora nunca tenha escrito diretamente para ela.

Houve um período onde A Gazeta parou de me publicar. Não sei se foi porque estava escrevendo coisas sem importância, o que soe acontecer, ou se foi porque sempre houve o boato infame que eu não existia, que era uma peça de ficção, uma criação da cabeça não sei de quem. Eu sempre repeti em relação a isto com uma paráfrase de uma frase famosa do Descartes: “Penso, logo existo”. Eu digo: “Escrevo, logo existo”. Mas sempre houve gente, principalmente em quem eu bato (com flores como sempre) em algumas ocasiões, que tentou, com a ausência de argumentos, para combater minhas ideias, que tentava levar o boato adiante. Talvez os que fazem A Gazeta tivessem acreditado nisto. Eu nem me importei muito pois se o fizesse, poderia, qualquer dia, ser encontrada na Avenida Guararapes ou mesmo na Praça Pedro II, perguntando: “Moço, eu existo???”.

Fiquei mais chateada ainda, quando A Gazeta continuava publicando o O Andarilho (que Deus o tenha), e não me publicava. Cheguei a ficar aflita e perguntar: “O que ele tem que eu não tenho, além daquilo?”, sempre pensando que ele era um homem. Com a Ana Luna, que me ama de montão, eu nem fazia ressalva sobre o “aquilo”, pois sei que não temos. Seria o Diácono Di mais católico do que eu? E assim por diante. Penso até que era inveja minha, como ainda tenho hoje de não pertencer à Academia Pedro de Lara (embora tenha sido por opção). Porém, o meu sonho, que é o mesmo do Zetinho, ainda não morreu: Me tonar imortal numa academia de pedra e cal ai em Bom Conselho.

Mas, aí já seria alegria demais. Como boa cristã, devo me contentar com a alegria de cada dia. E hoje é ter sido publicada outra vez pela A Gazeta. Como o Diretor Presidente está de férias, e eu estou dando as ordens por aqui, já guardei o exemplar 287. Quem sabe precisarei disto em minha campanha?

Lucinha Peixoto

Um comentário:

Altamir Pinheiro disse...

É IMPRESSIONANTE O COMPORTAMENTO DESSES COMUNISTAS E SOCIALISTAS DE FAIXADAS QUE PREGAM A IGUALDADE E A NÃO EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM. O TROTSKISTA PALOCCI, ADQUIRIU RECENTEMENTE, UM SUPER APARTAMENTO(COM DINHEIRO SUSPEITO) PELA BAGATELA DE R$ 6.6 MILHÕES. É COMO DISSE UM DOIDINHO AÍ, QUE NÃO ME LEMBRO DO NOME DELE (QUEM SABE NÃO SERIA DE BOM CONSELHO?!?!?!): “"O SOCIALISMO NÃO FUNCIONA, EXCETO NO CÉU, ONDE NÃO É NECESSÁRIO, E NO INFERNO, ONDE SEMPRE EXISTIU".