quarta-feira, 29 de junho de 2011

A GAZETA 290 - Quem será o Palocci de Bom Conselho?



Neste início de semana recebi do Diretor Presidente um exemplar da A Gazeta, administrada pelo preclaro jornalista Luiz Clério. Já veio um pouco amarrotada e não sei de quem é a culpa, se do DP ou do Zé Carlos. Nestas horas, tenho vontade de começar a assinar este jornal da minha terra, e quase o fiz, dando meu endereço e tudo para a entrega. Foi bom não fazê-lo.

Da forma como hoje me tratam em Bom Conselho, com as tentativas de assassinato de minha pessoa por Felipe, meu menino, embora ainda virtual, me mete medo. Muitas pessoas sabem onde eu habito e nunca tive medo de ameaças, mas como dizia meu pai “prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”. E agora que, pelo justo e pelo certo, parti para a oposição ao governo do “povo”, e ao clima de coronelismo genérico que se formou na cidade, é melhor um ficar escrevendo do meu “bunker” e recebendo o jornal amarrotado.

Eu agora sempre frequento o Mural do SBC, que virou uma praça de guerra, inicialmente, saudável, entre meus fãs e os fãs de La Luna. Recentemente, o asno que assina pelo fã club de La Luna vem extrapolando em asnice. Chegou a propor que minhas críticas a La Luna fosse investigada pelo Ministério Público e outras autoridades. O asno(a) pensa que o MP é coisa de brinquedo. Seria a primeira vez na história deste país que alguém seria investigado por não gostar de um conjunto musical. Imaginem a cena:

- Senhora Lucinha Peixoto. O que a senhora tem a declarar em sua defesa?

- Defesa de que excelência?

- O fã club de La Luna lhe acusa de ter declarado que não conhecia o UvaPassa, e como a senhora sabe, isto é um crime, só comparável à senhora dizer que não gosta de Tiririca, pois ele hoje é deputado federal.

- Desculpe excelência, eu não sabia. Peço perdão, pois fui induzida pelo Ronaldo a dizer isto.

- O Ronaldo também será chamado a depor. Como a senhora pediu perdão sua pena vai ser a de trabalho comunitário. A senhora vai ficar na Praça Pedro II, ouvindo por 3 dias seguidos a entrevista do UvaPassa no Jô Soares e naquela parte onde La Luna fala de Bom Conselho, a senhora dará 3 pulinhos no ar segurando o retrato da Marcix.

- Só isso excelência?

- Claro que não, a senhora deve andar pelas ruas de Bom Conselho, procurando o Xico, e se dentro de 3 dias a senhora não me trouxer aqui, a pena será maior.

- Vale o Xico doido, excelência?

- Hummmm!!!!

Toma Lucinha Peixoto! Quem mandou não gostar dos artistas da terra. Mas, volto à A Gazeta.

A A GAZETA 289 traz um artigo meu chamado de “A GAZETA 287 – Voltei, Bom Conselho!!!” (pg. 7). Vejam senhores, que só falo neste jornal. Parece ideia fixa. Mas, desta vez o meu nome não foi citado, e ainda bem, nem o nome de ninguém. Poderia até incriminar o Jodeval, meu adversário político, por fazer isto, pois o texto, mais uma vez o malhava, mas não quero fazer isto aqui. Eu queria apenas o meu nome de volta.

O chato, nesta época onde houve uma tentativa clara de Felipe, meu menino, premido pela minha oposição à sua mainha, de me eliminar, é que fico pensando mil e uma causas para o fato. Estaria o Luís Clério tão certo de que o Felipe não mentiu, que resolveu abolir o meu nome do jornal, como fez o faraó com as tabuinhas do Moisés? Será que, mesmo que não tenha dado ouvidos ao Felipe, meu menino, ele quis encher a bola do Zé Carlos, insinuando que saíramos da cabeça dele? Será que o Jodeval seria já candidato certo a edil da cidade, com o apoio do jornal, e já começou uma tentativa de alijar-me do páreo?

Enfim, foram noites e noites mal dormidas deste que recebi o exemplar 289 do prestigioso quinzenário de Bom Conselho. Agora recebi o número 290, na esperança de que ele trouxesse uma errata conclamando o fato. Procurei, procurei e não achei. Se nenhuma das causas acima aconteceu, e pelo que me falam do senso de responsabiliade do Luis Clério, o pedido de desculpas virá no número 291.

Como sempre começo quando escrevo sobre o jornal, a primeira coisa a ler é o seu editorial, matando assim a saudade do Jodeval, que deixou o blog para entrar noutra história, ou, pelo menos, continuar nela, a de editorialista. E desta vez, procurei, procurei e procurei alguma coisa para falar mal dele no editorial, mas, graças a Deus ele não deu margem a isto. Eu é que faço minhas as suas palavras, de que “o melhor para todos é devolver o que nos foi tirado.

Imaginem senhores o Jodeval descrevendo a falta de segurança em Rainha Isabel como fruto do descaso das autoridades e do “roubo” de uma UTI que nos foi doada por uma empresa privada. Pois é. Levaram e ainda não trouxeram de volta, como eu já vi no Blog do Poeta, que seria ótimo se ele não desse tanto importância a cabritinhas, jumentinhas e lambada. Este editorial eu recomendo sua leitura. E se o Jodeval desse os nomes aos bois, começando pelo Conde Eduardo, passando pelo Isaltino Nascimento e Wolney Queiroz, e chegando na Mamãe Juju, ele estaria pronto para escrever no Blog da CIT.

Vejo que o Zé Carlos ganhou um espaço com a transcrição do artigo da minha amiga Caroline Berbick. Pelo menos neste artigo meu nome ganhou, a partir do Rio Grande do Sul, uma citação e eu agradeço a publicação, primeiro por causa da Carol (ainda não tive nem tempo de dizer isto a ela no Facebook) e em segundo por mostrar que a AGD e o Blog da CIT estão fazendo sua parte.

Gostei também de um artigo do Ruy Sarinho, com o qual eu duelava no Blog do Roberto Almeida, por ele ter a mesma doença do Jodeval. Quando estão aperreado ao invés de se pegar com a Virgem Maria se pegam com a Dilma Roussef. Fora isso o seu texto é interessante. Vi também o Hélio Urquisa lembrando sua filha Máguida sobre quem, em momento mais triste, eu já escrevi. Lembranças tristes que vão ficando normais e depois alegres por se entender que foram cumpridos os desígnios de Deus.

Quanto à peleja, pequeniníssima em relação as minhas, do Zé Carlos com o Sr. Ccsta, e que promete crescer agora com o texto do primeiro sobre umas defecadas que deram no camarote da prefeita, o Zé Carlos tem toda razão, e o Sr. Ccsta que é renitente no erro, mas o reconheceu.

Finalmente eu li a coluna do Cícero Ranzi, que apesar de as vezes ser ranzinza, desta vez até que faz uma pergunta intrigante e interessante a partir da comparação do caso Palocci, no governo federal e de uma prole que ele deixou em Bom Conselho. Cito-o:

Tem gente com características semelhantes, ocupações mil, e gosta de um dinheirinho fácil. Seu patrimônio vem a cada dia aumentando embora seus ganhos declarados tenham diminuído. Ainda tem mais coincidências particulares que nos levam a pensar na mesma árvore genealógica. Já ia esqucendo de dizer que a corrupção e o desvio de dinheiro lhes são chegados. Sendo fato ou coincidência, essa escola não pode funcionar aqui no sacrossanto lar de Dantas Barreto. Vade retro. Ambos são comandados por uma mulher ou será que comandam a mulher? A pergunta que não quer calar! A imprensa descobriu o patrimônio de Palocci de Brasília e quem vai revelar o patrimônio do Palocci de Bom Conselho de Papacaça?

Eu nunca imaginaria dizer isto, e que Deus me perdoe: “Me ajuda Zé Pilintra!”

Lucinha Peixoto

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